Publicação
Terapias neuroprotetoras na doença de Alzheimer : fatores de crescimento neuronais e anti-agregantes ß-amilóides
| Resumo: | A doença de Alzheimer é definida como uma desordem neurodegenerativa progressiva, caracterizada pela perda de memória e demência. Atualmente considerada como um grave problema de saúde pública, encontram-se notificados mais de 18 milhões de casos em todo o mundo. A patologia é caracterizada pela formação de placas ß-amilóides, bem como aglomerados neurofibrilares abundantes em proteínas Tau hiperfosforiladas. Os depósitos proteicos são de tal forma tóxicos, que evidenciam perda da funcionalidade sináptica e posterior morte neuronal. Esta monografia tem como objetivo efetuar uma revisão e análise de dados relevantes acerca de terapias neuroprotetoras na doença de Alzheimer com destaque para os fatores de crescimento neuronais e anti-agregantes ß-amilóides. Cientificamente, estas terapêuticas demonstram ter a capacidade de prevenção da formação e desintegração de placas ß-amilóides, contudo apresentam limitações de veiculação para o cérebro, bem como reações adversas associadas. Diversos sistemas, com destaque para as nanopartículas são apresentados na tentativa de solucionar estas restrições. Existem de facto evidências científicas que demonstram que a neuroprotecção pode reduzir o risco de desenvolvimento de demência e declínio cognitivo, no entanto é necessário compreender todos os mecanismos da doença, bem como sobrepor os benefícios a possíveis riscos. |
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| Autores principais: | Bento, Rafael Luis Machado |
| Assunto: | Anti-agregantes ß-amilóide Doença de Alzheimer Fator de crescimento neuronal Mestrado Integrado - 2015 Nanopartículas Placas ß-amilóides |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A doença de Alzheimer é definida como uma desordem neurodegenerativa progressiva, caracterizada pela perda de memória e demência. Atualmente considerada como um grave problema de saúde pública, encontram-se notificados mais de 18 milhões de casos em todo o mundo. A patologia é caracterizada pela formação de placas ß-amilóides, bem como aglomerados neurofibrilares abundantes em proteínas Tau hiperfosforiladas. Os depósitos proteicos são de tal forma tóxicos, que evidenciam perda da funcionalidade sináptica e posterior morte neuronal. Esta monografia tem como objetivo efetuar uma revisão e análise de dados relevantes acerca de terapias neuroprotetoras na doença de Alzheimer com destaque para os fatores de crescimento neuronais e anti-agregantes ß-amilóides. Cientificamente, estas terapêuticas demonstram ter a capacidade de prevenção da formação e desintegração de placas ß-amilóides, contudo apresentam limitações de veiculação para o cérebro, bem como reações adversas associadas. Diversos sistemas, com destaque para as nanopartículas são apresentados na tentativa de solucionar estas restrições. Existem de facto evidências científicas que demonstram que a neuroprotecção pode reduzir o risco de desenvolvimento de demência e declínio cognitivo, no entanto é necessário compreender todos os mecanismos da doença, bem como sobrepor os benefícios a possíveis riscos. |
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