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O modelo HAPA aplicado ao exercício físico de intensidade moderada em adultos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente estudo procurou investigar a aplicabilidade do modelo HAPA (Health Action Process Approach) ao comportamento de exercício físico de intensidade moderada, em adultos. Pretendeu, também, verificar quais as variáveis do modelo que têm mais impacto, ou seja, que melhor predizem este comportamento. O estudo teve um design longitudinal e foi composto por 167 participantes avaliados ao longo de três semanas. A amostra em estudo foi composta maioritariamente por participantes do sexo feminino, contando com 115 mulheres e 52 homens, entre os 18 e os 56 anos (M = 27.3, DP = 8.99). A análise de equações estruturais permitiu concluir que a auto-eficácia de acção, em T1, é a melhor preditora da intenção em T2 e que as variáveis auto-regulatórias (planeamento de acção e de coping, controlo de acção e auto-eficácia de manutenção) são influenciadas pela intenção, mas não são preditoras do comportamento. A intenção revelou-se a única preditora do comportamento de exercício físico de intensidade moderada. Estes resultados salientam a importância de serem avaliadas outras variáveis para além das variáveis auto-regulatórias presentes no modelo HAPA que possam ajudar a explicar o comportamento de exercício físico de intensidade moderada. Destacam, igualmente, a importância de intervir para aumentar a auto-eficácia de acção por revelar-se uma variável importante no aumento da motivação para a mudança.
Autores principais:Alves, Liliana Isabel Bartolomeu
Assunto:Exercício físico Psicologia da educação Coping Teses de mestrado - 2014
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O presente estudo procurou investigar a aplicabilidade do modelo HAPA (Health Action Process Approach) ao comportamento de exercício físico de intensidade moderada, em adultos. Pretendeu, também, verificar quais as variáveis do modelo que têm mais impacto, ou seja, que melhor predizem este comportamento. O estudo teve um design longitudinal e foi composto por 167 participantes avaliados ao longo de três semanas. A amostra em estudo foi composta maioritariamente por participantes do sexo feminino, contando com 115 mulheres e 52 homens, entre os 18 e os 56 anos (M = 27.3, DP = 8.99). A análise de equações estruturais permitiu concluir que a auto-eficácia de acção, em T1, é a melhor preditora da intenção em T2 e que as variáveis auto-regulatórias (planeamento de acção e de coping, controlo de acção e auto-eficácia de manutenção) são influenciadas pela intenção, mas não são preditoras do comportamento. A intenção revelou-se a única preditora do comportamento de exercício físico de intensidade moderada. Estes resultados salientam a importância de serem avaliadas outras variáveis para além das variáveis auto-regulatórias presentes no modelo HAPA que possam ajudar a explicar o comportamento de exercício físico de intensidade moderada. Destacam, igualmente, a importância de intervir para aumentar a auto-eficácia de acção por revelar-se uma variável importante no aumento da motivação para a mudança.