Publicação
ORL no contexto da urgência pediátrica : complicações de rinossinusites
| Resumo: | A rinossinusite aguda tem geralmente um curso auto-limitado e o desenvolvimento de complicações é raro. No entanto, fatores como a elevada incidência de infeções das vias aéreas superiores (IVAS) e relações anatómicas estreitas entre os seios perinasais e as estruturas adjacentes tornam a população pediátrica mais susceptível a estes eventos. Sinais clínicos de envolvimento intraorbitário, como proptose, oftalmoplegia, diplopia e alterações na acuidade visual, devem ser considerados. A presença de complicações orbitárias levanta suspeita de possíveis lesões intracranianas, que frequentemente coexistem. As complicações intracranianas manifestam-se geralmente por sinais de aumento da pressão intracraniana, sem clínica de sinusite aguda. A RM é o método imagiológico mais sensível para detetar complicações. O tratamento agressivo com antibioterapia de largo espectro e eventual drenagem cirúrgica das lesões pode limitar a morbilidade e a incidência de sequelas. |
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| Autores principais: | Ribau, Carolina Costa Nunes |
| Assunto: | Rinossinusite aguda População pediátrica Variações anatómicas Complicações orbitárias e intracranianas Otorrinolaringologia |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A rinossinusite aguda tem geralmente um curso auto-limitado e o desenvolvimento de complicações é raro. No entanto, fatores como a elevada incidência de infeções das vias aéreas superiores (IVAS) e relações anatómicas estreitas entre os seios perinasais e as estruturas adjacentes tornam a população pediátrica mais susceptível a estes eventos. Sinais clínicos de envolvimento intraorbitário, como proptose, oftalmoplegia, diplopia e alterações na acuidade visual, devem ser considerados. A presença de complicações orbitárias levanta suspeita de possíveis lesões intracranianas, que frequentemente coexistem. As complicações intracranianas manifestam-se geralmente por sinais de aumento da pressão intracraniana, sem clínica de sinusite aguda. A RM é o método imagiológico mais sensível para detetar complicações. O tratamento agressivo com antibioterapia de largo espectro e eventual drenagem cirúrgica das lesões pode limitar a morbilidade e a incidência de sequelas. |
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