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Potenciar ligações em meios rurais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A perda repentina e forçada de uma liberdade, dada como adquirida, no acesso a bens essenciais para sobreviver, ao desporto e atividade física ao ar livre, entre outras, levaram ao aumento da migração urbana-rural, demonstrando o potencial e consequente valorização da vida no campo. No entanto, o que antecedeu o contexto pandémico foi o inverso. A desertificação e o envelhecimento das comunidades rurais são a realidade em Portugal. A população jovem migrava para as zonas urbanas em busca de oportunidades profissionais e condições de vida distintas e valorizadas como sendo superiores. O confinamento obrigatório, as restrições de contacto com o exterior, vieram questionar as condições que as cidades oferecem. As pequenas localidades rurais vieram mostrar que também oferecem condições alternativas e espaços onde a qualidade de vida tem opção de escolha e dimensão. A procura, não só por oportunidades de carreira, como de formação, leva a questionar se não será possível, ao criar polos de educação, seja ela técnico-profissional ou universitária, uma forma de proporcionar ao concelho de Soure um novo fenómeno de rejuvenescimento rural. A nível arquitetónico, a degradação e a disfuncionalidade dos edifícios refletem o envelhecimento da população local. Relativamente ao seu valor, alguns fazem parte da história e da memória da população, sem valorização arquitetónica. Neste trabalho, o objetivo principal é projetar uma reabilitação de um edifício com valor imaterial, escolhendo um programa que combata os problemas sociais anteriormente mencionados.
Autores principais:Gonçalves, Raquel Pinto
Assunto:património neo-rural arquitetura escolar escola agrícola heritage scholar architecture farm school
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A perda repentina e forçada de uma liberdade, dada como adquirida, no acesso a bens essenciais para sobreviver, ao desporto e atividade física ao ar livre, entre outras, levaram ao aumento da migração urbana-rural, demonstrando o potencial e consequente valorização da vida no campo. No entanto, o que antecedeu o contexto pandémico foi o inverso. A desertificação e o envelhecimento das comunidades rurais são a realidade em Portugal. A população jovem migrava para as zonas urbanas em busca de oportunidades profissionais e condições de vida distintas e valorizadas como sendo superiores. O confinamento obrigatório, as restrições de contacto com o exterior, vieram questionar as condições que as cidades oferecem. As pequenas localidades rurais vieram mostrar que também oferecem condições alternativas e espaços onde a qualidade de vida tem opção de escolha e dimensão. A procura, não só por oportunidades de carreira, como de formação, leva a questionar se não será possível, ao criar polos de educação, seja ela técnico-profissional ou universitária, uma forma de proporcionar ao concelho de Soure um novo fenómeno de rejuvenescimento rural. A nível arquitetónico, a degradação e a disfuncionalidade dos edifícios refletem o envelhecimento da população local. Relativamente ao seu valor, alguns fazem parte da história e da memória da população, sem valorização arquitetónica. Neste trabalho, o objetivo principal é projetar uma reabilitação de um edifício com valor imaterial, escolhendo um programa que combata os problemas sociais anteriormente mencionados.