Publicação
Efeitos do aumento da atividade física na funcionalidade e qualidade das pessoas idosas do Centro Social de Ermesinde.
| Resumo: | O envelhecimento é um processo comum a todos os seres vivos, que conduz a perdas físicas, fisiológicas e psicológicas relevantes para a autonomia, funcionalidade e qualidade de vida das pessoas idosas. A literatura tem mostrado que a atividade física contribui para a diminuição destas perdas, permitindo ao idoso viver melhor. Este estágio procurou proporcionar estes benefícios a idosos institucionalizados e não institucionalizados do Centro Social de Ermesinde – Lar S. Lourenço, sendo os principais objectivos aumentar os níveis de atividade física, manter ou aumentar a funcionalidade e saúde e ainda manter ou aumentar o bem-estar e qualidade de vida dos idosos. Desta forma, o trabalho foi desenvolvido com vista á evolução da aptidão funcional global através de um programa de intervenção, composto em parte por sessões em grupo e individuais de resistência aeróbia, força, flexibilidade e coordenação/equilíbrio e por outra parte de sessões educacionais, através da distribuição de panfletos e palestras informativas acerca dos diversos benefícios da atividade física na terceira idade. A amostra é constituída por 44 idosos institucionalizados e não institucionalizados, com idades compreendidas entre os 74 e 97 anos. De forma a poder elaborar o programa de intervenção da forma mais adequada e justa, a amostra foi dividida em idosos dependentes e idosos fragilizados, através da realização do questionário de desempenho (Rikli & Jones, 1998). Aplicou-se a bateria de testes Rikli & Jones para avaliar os parâmetros físicos que suportam a autonomia funcional. Os níveis de atividade física e qualidade de vida foram avaliados através do questionário SF-36 (versão portuguesa) e do IPAQ (versão curta), respetivamente. Todos os testes foram aplicados antes do início do programa de intervenção (pré-teste) e após 8 meses de treino (pós-teste). A partir dos resultados alcançados foi possível comprovar que a atividade física, assim como as sessões educativas, têm um papel fundamental para o aumento da funcionalidade global, bem como no aumento da saúde e qualidade de vida. |
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| Autores principais: | Rocha, Sara Pinto Moreira da |
| Assunto: | Aptidão funcional Atividade física Bem-estar Idosos Idosos dependentes Idosos fragilizados Programa educacional Qualidade de vida Saúde Treino multicomponente |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O envelhecimento é um processo comum a todos os seres vivos, que conduz a perdas físicas, fisiológicas e psicológicas relevantes para a autonomia, funcionalidade e qualidade de vida das pessoas idosas. A literatura tem mostrado que a atividade física contribui para a diminuição destas perdas, permitindo ao idoso viver melhor. Este estágio procurou proporcionar estes benefícios a idosos institucionalizados e não institucionalizados do Centro Social de Ermesinde – Lar S. Lourenço, sendo os principais objectivos aumentar os níveis de atividade física, manter ou aumentar a funcionalidade e saúde e ainda manter ou aumentar o bem-estar e qualidade de vida dos idosos. Desta forma, o trabalho foi desenvolvido com vista á evolução da aptidão funcional global através de um programa de intervenção, composto em parte por sessões em grupo e individuais de resistência aeróbia, força, flexibilidade e coordenação/equilíbrio e por outra parte de sessões educacionais, através da distribuição de panfletos e palestras informativas acerca dos diversos benefícios da atividade física na terceira idade. A amostra é constituída por 44 idosos institucionalizados e não institucionalizados, com idades compreendidas entre os 74 e 97 anos. De forma a poder elaborar o programa de intervenção da forma mais adequada e justa, a amostra foi dividida em idosos dependentes e idosos fragilizados, através da realização do questionário de desempenho (Rikli & Jones, 1998). Aplicou-se a bateria de testes Rikli & Jones para avaliar os parâmetros físicos que suportam a autonomia funcional. Os níveis de atividade física e qualidade de vida foram avaliados através do questionário SF-36 (versão portuguesa) e do IPAQ (versão curta), respetivamente. Todos os testes foram aplicados antes do início do programa de intervenção (pré-teste) e após 8 meses de treino (pós-teste). A partir dos resultados alcançados foi possível comprovar que a atividade física, assim como as sessões educativas, têm um papel fundamental para o aumento da funcionalidade global, bem como no aumento da saúde e qualidade de vida. |
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