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Motivação escolar em função da família na adolescência

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo teve como objectivo a análise da relação entre a motivação para o trabalho escolar e variáveis ligadas ao contexto familiar dos jovens. As variáveis ligadas à família foram as seguintes: autoridade parental, percepção de apoio dos pais, habilitações escolares dos pais, autoconceito familiar, amizade dos irmãos, divórcio versus não divórcio dos pais, e ainda visualização televisiva de programas agressivos. A amostra foi constituída por 365 sujeitos de diferentes anos de escolaridade (7º, 9º e 11º anos), da zona escolar de Parede, englobando sujeitos diferenciados ainda quanto ao sexo. Como instrumento de avaliação, utilizou-se o “Inventory of School Motivation”, de McInerney, Roche, McInerney e Marsh (1997) e já objecto de adaptação (Veiga et al., 2003), com os seguintes factores: empenhamento na tarefa, competitividade, sociabilidade, percepção da competência e esforço. A análise dos resultados permitiu observar, na generalidade das situações, diferenças significativas na motivação para o trabalho escolar, em função de cada uma das variáveis independentes, apresentando-se tais diferenças favoráveis aos grupos de pertença com melhores contextos familiares. O estudo termina com a discussão dos resultados e sua comparação com investigações anteriores algo similares, remetendo para a necessidade de novas pesquisas, em função de variáveis não apenas familiares, mas também escolares e pessoais.
Autores principais:Veiga, Feliciano Henriques
Outros Autores:Antunes, Júlia
Assunto:Família Motivação Adaptação à escola Trabalho dos jovens
Ano:2005
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este estudo teve como objectivo a análise da relação entre a motivação para o trabalho escolar e variáveis ligadas ao contexto familiar dos jovens. As variáveis ligadas à família foram as seguintes: autoridade parental, percepção de apoio dos pais, habilitações escolares dos pais, autoconceito familiar, amizade dos irmãos, divórcio versus não divórcio dos pais, e ainda visualização televisiva de programas agressivos. A amostra foi constituída por 365 sujeitos de diferentes anos de escolaridade (7º, 9º e 11º anos), da zona escolar de Parede, englobando sujeitos diferenciados ainda quanto ao sexo. Como instrumento de avaliação, utilizou-se o “Inventory of School Motivation”, de McInerney, Roche, McInerney e Marsh (1997) e já objecto de adaptação (Veiga et al., 2003), com os seguintes factores: empenhamento na tarefa, competitividade, sociabilidade, percepção da competência e esforço. A análise dos resultados permitiu observar, na generalidade das situações, diferenças significativas na motivação para o trabalho escolar, em função de cada uma das variáveis independentes, apresentando-se tais diferenças favoráveis aos grupos de pertença com melhores contextos familiares. O estudo termina com a discussão dos resultados e sua comparação com investigações anteriores algo similares, remetendo para a necessidade de novas pesquisas, em função de variáveis não apenas familiares, mas também escolares e pessoais.