Publicação
O namoro no jovem adulto : compromisso e atitudes face à coabitação
| Resumo: | O jovem adulto encontra-se numa fase específica em que a construção do “nós” se torna mais saliente, sendo uma fase privilegiada de decisões relacionais, com implicações no futuro. Com este mapa actual como referência, propusemo-nos estudar as diferenças entre sexos relativamente ao compromisso amoroso e às atitudes face à coabitação. O estudo exploratório, combinando metodologias qualitativa (Focus Groups) e quantitativa (recorrendo a instrumentos como a Relationship Scale (Stanley, 1986; versão portuguesa, Pego, Ribeiro & Lourenço, 2009) e Attitudes Toward Cohabitation (Cunningham & Thornton, 2007; versão portuguesa, Pego, Ribeiro & Lourenço, 2009), acompanhadas de um questionário sociodemográfico), foi realizado com uma amostra de 305 jovens adultos, entre os 18 e os 28 anos. Os resultados indicam: a) que não existe relação entre o compromisso amoroso e as atitudes face à coabitação, uma vez que a coabitação parece ser um fenómeno cada vez mais normalizado, pois os jovens hoje em dia parecem ter uma visão idealizada da coabitação; b) os homens são mais comprometidos que as mulheres, o que não quer dizer que as mulheres não o sejam e c) não existe um aumento do compromisso com a coabitação. |
|---|---|
| Autores principais: | Pascoal, Nadine Jesus |
| Assunto: | Namoro Jovens adultos Coabitação Teses de mestrado - 2010 |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O jovem adulto encontra-se numa fase específica em que a construção do “nós” se torna mais saliente, sendo uma fase privilegiada de decisões relacionais, com implicações no futuro. Com este mapa actual como referência, propusemo-nos estudar as diferenças entre sexos relativamente ao compromisso amoroso e às atitudes face à coabitação. O estudo exploratório, combinando metodologias qualitativa (Focus Groups) e quantitativa (recorrendo a instrumentos como a Relationship Scale (Stanley, 1986; versão portuguesa, Pego, Ribeiro & Lourenço, 2009) e Attitudes Toward Cohabitation (Cunningham & Thornton, 2007; versão portuguesa, Pego, Ribeiro & Lourenço, 2009), acompanhadas de um questionário sociodemográfico), foi realizado com uma amostra de 305 jovens adultos, entre os 18 e os 28 anos. Os resultados indicam: a) que não existe relação entre o compromisso amoroso e as atitudes face à coabitação, uma vez que a coabitação parece ser um fenómeno cada vez mais normalizado, pois os jovens hoje em dia parecem ter uma visão idealizada da coabitação; b) os homens são mais comprometidos que as mulheres, o que não quer dizer que as mulheres não o sejam e c) não existe um aumento do compromisso com a coabitação. |
|---|