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Auto-avaliação regulada em Matemática: dizer antes de fazer

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esse artigo diz respeito a um estudo desenvolvido com alunos do ensino secundário em Matemática, onde se introduziu ao longo de todo um ano lectivo uma prática intencional de avaliação reguladora. Esta prática consistiu numa estratégia pedagógica em que os alunos tinham de interpretar a tarefa proposta, descreverem por escrito a estratégia de resolução e posteriormente resolverem-na. Coube ao professor dar feedback às produções dos alunos, variando ao longo do ano a sua incidência. Optou-se por uma metodologia interpretativa, recorrendo-se à observação, com registo áudio, e à análise documental das produções dos alunos, do diário de bordo e reflexões do professor. Este estudo evidencia que esta estratégia é potenciadora de aprendizagem, contribui para os alunos reformularem raciocínios erróneos e evita a persistência de erros ou incompreensões. Por ser contrária a uma prática corrente, levanta contudo dificuldades aos alunos e desafia o professor a reflectir e a interagir com outros.
Autores principais:Santos, Leonor
Outros Autores:Pinto, Jorge
Assunto:Educação Matemática Auto-avaliação regulada Aprendizagem em Matemática Interacção avaliativa Avaliação formativa
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Esse artigo diz respeito a um estudo desenvolvido com alunos do ensino secundário em Matemática, onde se introduziu ao longo de todo um ano lectivo uma prática intencional de avaliação reguladora. Esta prática consistiu numa estratégia pedagógica em que os alunos tinham de interpretar a tarefa proposta, descreverem por escrito a estratégia de resolução e posteriormente resolverem-na. Coube ao professor dar feedback às produções dos alunos, variando ao longo do ano a sua incidência. Optou-se por uma metodologia interpretativa, recorrendo-se à observação, com registo áudio, e à análise documental das produções dos alunos, do diário de bordo e reflexões do professor. Este estudo evidencia que esta estratégia é potenciadora de aprendizagem, contribui para os alunos reformularem raciocínios erróneos e evita a persistência de erros ou incompreensões. Por ser contrária a uma prática corrente, levanta contudo dificuldades aos alunos e desafia o professor a reflectir e a interagir com outros.