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As alianças estratégicas na indústria de transporte aéreo: o caso português - TAP Air Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Durante décadas, a Indústria de Transporte Aéreo pautou-se pela existência de um sistema monolítico de companhias nacionais, com fortes ligações e dependência aos respectivos Governos; a ausência de concorrência tanto ao nível da rede de operação, como dos preços e serviços foi outra das características dominantes. Acresce referir que, salvo raras excepções, a rentabilidade dos capitais investidos foi negativa. A situação tende contudo a alterar-se. A desregulamentação permitiu a entrada de novos concorrentes em mercados anteriormente protegidos, aumentando a competição, quer em termos de preços, quer de serviços. Por outro lado, assiste-se a um movimento generalizado de privatizações, acompanhado de fortes medidas restritivas à atribuição de Ajudas de Estado. Na Comunidade Europeia, desde 1997, qualquer companhia dos Estados membros é livre de operar entre quaisquer dois pontos do espaço comunitário. Em consequência das alterações referidas, as companhias aéreas estão a desenvolver processos de reestruturação, identificando as áreas em que detêm vantagens competitivas. Ou seja, assiste-se a um movimento generalizado tendente à formação de verdadeiros sistemas de alianças globais, sendo definido à partida o papel a desempenhar por cada uma das transportadoras que o integra. Com este trabalho visa-se, em primeiro lugar, apresentar uma abordagem teórica sobre o processo de globalização e desenvolvimento de alianças estratégicas. Posteriormente, é feita uma aplicação à Indústria do Transporte Aéreo, com particular enfoque no caso português com a análise do posicionamento da TAP Air Portugal, face às tendências do sector da aviação comercial.
Autores principais:Lopes, Maria Alexandra Sarroeira
Assunto:alianças estratégicas globalização desregulamentação liberalização indústria do transporte aéreo TAP Air Portugal strategic alliances globalisation deregulation liberalisation airline industry TAP Air Portugal
Ano:1998
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Durante décadas, a Indústria de Transporte Aéreo pautou-se pela existência de um sistema monolítico de companhias nacionais, com fortes ligações e dependência aos respectivos Governos; a ausência de concorrência tanto ao nível da rede de operação, como dos preços e serviços foi outra das características dominantes. Acresce referir que, salvo raras excepções, a rentabilidade dos capitais investidos foi negativa. A situação tende contudo a alterar-se. A desregulamentação permitiu a entrada de novos concorrentes em mercados anteriormente protegidos, aumentando a competição, quer em termos de preços, quer de serviços. Por outro lado, assiste-se a um movimento generalizado de privatizações, acompanhado de fortes medidas restritivas à atribuição de Ajudas de Estado. Na Comunidade Europeia, desde 1997, qualquer companhia dos Estados membros é livre de operar entre quaisquer dois pontos do espaço comunitário. Em consequência das alterações referidas, as companhias aéreas estão a desenvolver processos de reestruturação, identificando as áreas em que detêm vantagens competitivas. Ou seja, assiste-se a um movimento generalizado tendente à formação de verdadeiros sistemas de alianças globais, sendo definido à partida o papel a desempenhar por cada uma das transportadoras que o integra. Com este trabalho visa-se, em primeiro lugar, apresentar uma abordagem teórica sobre o processo de globalização e desenvolvimento de alianças estratégicas. Posteriormente, é feita uma aplicação à Indústria do Transporte Aéreo, com particular enfoque no caso português com a análise do posicionamento da TAP Air Portugal, face às tendências do sector da aviação comercial.