Publicação
Reabilitação da Quinta Vale de Flores
| Resumo: | As Quintas de recreio materializam uma época de intercâmbios culturais, nas suas múltiplas vertentes. Encontram-se espalhadas pelo território e muitas sofreram o deterioramento do passar do tempo, enquanto assistiam à tranformação dos seus lugares. Um destes casos é a Quinta Vale de Flores, edificada por Jorge de Barros, em Santa Iria de Azóia, um subúrbio de Lisboa, que sofreu com a descaracterização da casa e do espaço envolvente, conduzindo o lugar ao abandono. Hoje é alvo de um processo de restauro, sendo classificada como Imóvel de Interesse Público, e considerada como um dos poucos exemplos preservados de arquitetura renascentista doméstica em Portugal. No entanto ainda não apresenta qualquer função ou uso presente. Perante as problemáticas apresentadas, o Projeto Final olha primeiro para Santa Iria de Azóia como território, desde o Vale de Loures até ao Rio Tejo, numa possível utopia verde, repensando a paisagem que envolve e desenha o território. Seguidamente, olha para a Quinta como um sistema a reativar e reintegrar na vida quotidiana da população, propondo-se um conjunto de novas funções e espaços, tendo em consideração a história, a memória e os valores patrimoniais, numa visão e utopia catalisadoras de reabilitação urbana e social. |
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| Autores principais: | Antunes, Alexandre Pereira |
| Assunto: | quinta de recreio Quinta Vale de Flores reabilitação patrimonial polo cultural e criativo |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | As Quintas de recreio materializam uma época de intercâmbios culturais, nas suas múltiplas vertentes. Encontram-se espalhadas pelo território e muitas sofreram o deterioramento do passar do tempo, enquanto assistiam à tranformação dos seus lugares. Um destes casos é a Quinta Vale de Flores, edificada por Jorge de Barros, em Santa Iria de Azóia, um subúrbio de Lisboa, que sofreu com a descaracterização da casa e do espaço envolvente, conduzindo o lugar ao abandono. Hoje é alvo de um processo de restauro, sendo classificada como Imóvel de Interesse Público, e considerada como um dos poucos exemplos preservados de arquitetura renascentista doméstica em Portugal. No entanto ainda não apresenta qualquer função ou uso presente. Perante as problemáticas apresentadas, o Projeto Final olha primeiro para Santa Iria de Azóia como território, desde o Vale de Loures até ao Rio Tejo, numa possível utopia verde, repensando a paisagem que envolve e desenha o território. Seguidamente, olha para a Quinta como um sistema a reativar e reintegrar na vida quotidiana da população, propondo-se um conjunto de novas funções e espaços, tendo em consideração a história, a memória e os valores patrimoniais, numa visão e utopia catalisadoras de reabilitação urbana e social. |
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