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Novas perspetivas terapêuticas na doença de Parkinson

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A doença de Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa mais comum sendo caracterizava pela perda de função dos neurónios dopaminérgicos e diminuição de dopamina no cérebro. Nos últimos anos, a terapêutica sintomática tem vindo a ser otimizada recorrendo à farmacoterapia e à cirurgia. As opções terapêuticas atuais incluem intervenções farmacológicas como formulações de levodopa, agonistas dopaminérgicos, inibidores da monoamina oxidase B, inibidores da Catecol-O-metiltransferase e amantadina, além de intervenções cirúrgicas como a estimulação cerebral profunda. Com a progressão da doença, a terapêutica convencional começa a ser menos eficaz e desenvolvem-se complicações motoras, as chamadas discinésias. Deste modo surge a necessidade de desenvolver novas opções terapêuticas sendo que se encontram em investigação novos fármacos para tratamento dos sintomas motores e não motores, terapêuticas que diminuam a progressão da doença, compostos neuroprotetores e transplantes de células estaminais. Com esta monografia pretende-se fazer uma revisão bibliográfica das terapêuticas atualmente disponíveis e das perspetivas futuras nomeadamente terapêuticas em investigação clínica.
Autores principais:Gaspar, Jéssica Guia
Assunto:Doença de Parkinson Tratamento Antiparkinsónicos Ensaios clínicos Novas terapêuticas Mestrado Integrado - 2017
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A doença de Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa mais comum sendo caracterizava pela perda de função dos neurónios dopaminérgicos e diminuição de dopamina no cérebro. Nos últimos anos, a terapêutica sintomática tem vindo a ser otimizada recorrendo à farmacoterapia e à cirurgia. As opções terapêuticas atuais incluem intervenções farmacológicas como formulações de levodopa, agonistas dopaminérgicos, inibidores da monoamina oxidase B, inibidores da Catecol-O-metiltransferase e amantadina, além de intervenções cirúrgicas como a estimulação cerebral profunda. Com a progressão da doença, a terapêutica convencional começa a ser menos eficaz e desenvolvem-se complicações motoras, as chamadas discinésias. Deste modo surge a necessidade de desenvolver novas opções terapêuticas sendo que se encontram em investigação novos fármacos para tratamento dos sintomas motores e não motores, terapêuticas que diminuam a progressão da doença, compostos neuroprotetores e transplantes de células estaminais. Com esta monografia pretende-se fazer uma revisão bibliográfica das terapêuticas atualmente disponíveis e das perspetivas futuras nomeadamente terapêuticas em investigação clínica.