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Martim Moniz como lugar urbano de multiculturalismo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Apesar de Portugal ser considerado um país de longa tradição multicultural, a cidade de Lisboa tem vindo a ser, cada vez mais, cenário da interação e da convivência entre imigrantes dos mais diversos pontos do mundo. Neste sentido, o ajustamento entre a apropriação do espaço consoante as diferntes culturas e a arquitetura continua a ser uma questão central, para a qual o arquiteto e o sociólogo deverão ter um olhar atento. Tendo como área de estudo o Martim Moniz que permite percecionar uma diversidade social, étnica, cultural e geracional, o presente trabalho pretende compreender se a cidade está preparada para oferecer espaços públicos de convivência intercultural e até que ponto e de que forma, é possível albergar e acomodar a diversidade de indivíduos, grupos e modos de vida, independentemente da sua origem. De modo a requalificar e reabilitar um quarteirão adjacente ao Martim Moniz, é proposto o desenvolvimento de um Centro Multicultural. Para além de resolver alguns problemas urbanos, provocados pelo tecido urbano denso e fragmentado, consegue, no mesmo espaço, desenvolver atividades variadas que promovem as interações humanas entre toda a população, incluindo autóctones, imigrantes e turistas. O facto de se estar perante uma estrutura social e cultural heterogénea e marcada por múltiplas tensões constitui um desafio acrescido à ação da Arquitetura. Esta situação leva à adoção de estratégias criativas gerando aquilo que se pretende: dinâmicas de convivência, sociabilidade e criação cultural e artística,
Autores principais:Vitorino, Daniela Alexandra Guilherme
Assunto:Martim Moniz Multiculturalismo Diversidade Cultura Espaço público Centro cultural Multiculturalism Diversity Culture Public space Cultural center
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Apesar de Portugal ser considerado um país de longa tradição multicultural, a cidade de Lisboa tem vindo a ser, cada vez mais, cenário da interação e da convivência entre imigrantes dos mais diversos pontos do mundo. Neste sentido, o ajustamento entre a apropriação do espaço consoante as diferntes culturas e a arquitetura continua a ser uma questão central, para a qual o arquiteto e o sociólogo deverão ter um olhar atento. Tendo como área de estudo o Martim Moniz que permite percecionar uma diversidade social, étnica, cultural e geracional, o presente trabalho pretende compreender se a cidade está preparada para oferecer espaços públicos de convivência intercultural e até que ponto e de que forma, é possível albergar e acomodar a diversidade de indivíduos, grupos e modos de vida, independentemente da sua origem. De modo a requalificar e reabilitar um quarteirão adjacente ao Martim Moniz, é proposto o desenvolvimento de um Centro Multicultural. Para além de resolver alguns problemas urbanos, provocados pelo tecido urbano denso e fragmentado, consegue, no mesmo espaço, desenvolver atividades variadas que promovem as interações humanas entre toda a população, incluindo autóctones, imigrantes e turistas. O facto de se estar perante uma estrutura social e cultural heterogénea e marcada por múltiplas tensões constitui um desafio acrescido à ação da Arquitetura. Esta situação leva à adoção de estratégias criativas gerando aquilo que se pretende: dinâmicas de convivência, sociabilidade e criação cultural e artística,