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Lutas laborais e formação da classe operária portuguesa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:"Lutas Laborais e Formação da Classe Operária Portuguesa" é o último grande contributo de José Tengarrinha para a historiografia portuguesa. Livro póstumo, apresenta ao público o resultado de longos anos de investigação sobre os movimentos reivindicativos dos trabalhadores portugueses, centrando-se na história dos seus primeiros protagonistas e das suas primeiras greves. Terreno em grande parte ignorado, segundo o autor. O arco cronológico analisado estende-se desde o século XVII, com os antecedentes dos protestos laborais, prosseguindo pelo liberalismo até às revoltas populares de 1867-1869. Termina numa extensa análise dos primeiros anos da década de 1870, quando o movimento operário ganha uma nova qualidade, iniciando uma frase ofensiva. José Tengarrinha insiste na necessidade de uma visão longa para poder avaliar a existência de continuidades nas lutas operárias e os seus impactos em lutas futuras; e questiona os conceitos de movimentos "espontâneos" e "organizados", situando-os no seu relacionamento com a esfera do poder e a sociedade em geral. Em suma, procura compreender a evolução de uma consciência das classes trabalhadoras de si próprias, a caminho da sua politização.
Autores principais:Tengarrinha, José
Outros Autores:Tengarrinha, Barbara; Carvalho da Silva, Manuel; Matos, Sérgio Campos
Assunto:Sindicalismo Greve Fraternidade operária I Internacional Movimento operário - História
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:"Lutas Laborais e Formação da Classe Operária Portuguesa" é o último grande contributo de José Tengarrinha para a historiografia portuguesa. Livro póstumo, apresenta ao público o resultado de longos anos de investigação sobre os movimentos reivindicativos dos trabalhadores portugueses, centrando-se na história dos seus primeiros protagonistas e das suas primeiras greves. Terreno em grande parte ignorado, segundo o autor. O arco cronológico analisado estende-se desde o século XVII, com os antecedentes dos protestos laborais, prosseguindo pelo liberalismo até às revoltas populares de 1867-1869. Termina numa extensa análise dos primeiros anos da década de 1870, quando o movimento operário ganha uma nova qualidade, iniciando uma frase ofensiva. José Tengarrinha insiste na necessidade de uma visão longa para poder avaliar a existência de continuidades nas lutas operárias e os seus impactos em lutas futuras; e questiona os conceitos de movimentos "espontâneos" e "organizados", situando-os no seu relacionamento com a esfera do poder e a sociedade em geral. Em suma, procura compreender a evolução de uma consciência das classes trabalhadoras de si próprias, a caminho da sua politização.