Publicação
Arquitetura de emergência
| Resumo: | O tema Arquitetura e Guerra, tem como principal enquadramento a reflexão sobre o papel da arquitetura e a sua relação com os contextos de guerra, destruição e crise. Perante estes contextos de instabilidade há que encontrar soluções para problemas que vão sendo criados. Sendo a arquitetura, na sua base estrutural, um sistema de ordenação, regra e harmonia, no confronto com o colapso, instauram-se novas lógicas de sobrevivência e espacialidade perante esta imprevisibilidade. Neste sentido, para entender essa restruturação, assumem-se como os principais objetivos desta investigação e intervenção, os seguintes pontos: analisar o tema das cidades destruídas e o papel que a arquitetura tem na sua relação com a memória dos espaços e dos lugares destruídos; perceber qual é a verdadeira importância da arquitetura de emergência, num cenário de destruição e colapso; propor uma solução de abrigo, para responder a necessidades reais focando um cenário concreto, num contexto de análise, face a uma situação imediata de resposta a curto e médio prazo. Esta proposta tem como estudo a cidade de Alepo, considerada uma cidade massacrada onde coexistem ainda centenas de habitantes que coabitam nesse contexto de destruição. Deste modo, tem como principal foco, as respostas de emergência, e de que maneira a arquitetura e o arquiteto podem ser motores fundamentais no processo de transição. |
|---|---|
| Autores principais: | Ribeiro, Inês Rendeiro Marques |
| Assunto: | Memória Guerra Destruição Alepo Vida humana Casa Memory War Destruction Aleppo Human living Home |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O tema Arquitetura e Guerra, tem como principal enquadramento a reflexão sobre o papel da arquitetura e a sua relação com os contextos de guerra, destruição e crise. Perante estes contextos de instabilidade há que encontrar soluções para problemas que vão sendo criados. Sendo a arquitetura, na sua base estrutural, um sistema de ordenação, regra e harmonia, no confronto com o colapso, instauram-se novas lógicas de sobrevivência e espacialidade perante esta imprevisibilidade. Neste sentido, para entender essa restruturação, assumem-se como os principais objetivos desta investigação e intervenção, os seguintes pontos: analisar o tema das cidades destruídas e o papel que a arquitetura tem na sua relação com a memória dos espaços e dos lugares destruídos; perceber qual é a verdadeira importância da arquitetura de emergência, num cenário de destruição e colapso; propor uma solução de abrigo, para responder a necessidades reais focando um cenário concreto, num contexto de análise, face a uma situação imediata de resposta a curto e médio prazo. Esta proposta tem como estudo a cidade de Alepo, considerada uma cidade massacrada onde coexistem ainda centenas de habitantes que coabitam nesse contexto de destruição. Deste modo, tem como principal foco, as respostas de emergência, e de que maneira a arquitetura e o arquiteto podem ser motores fundamentais no processo de transição. |
|---|