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Motivos para o lançamento de ofertas públicas iniciais em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O acesso a novas formas de financiamento, o aumento da liquidez das acções, o aumento da eficiência da monitorização da empresa, o aumento da reputação, o aumento do tipo de incentivos à disposição da empresa para estimular os empregados, a sobrevalorização das acções no Iongo prazo, e a redução do custo de capital são as principais razões sugeridas pela literatura para as empresas lançarem uma Oferta Pública lnicial (OPI). Para a identificação das razões para o lançamento de uma OPI em Portugal recorremos à analise factorial de componentes principais utilizando três amostras para um período de 12 anos. Uma das amostras é constituída por 71 empresas cotadas, outra por 32 empresas não cotadas, e a outra constituída pela totalidade das empresas. Os resultados sugerem que as empresas portuguesas efectuam OPI's com vista ao acesso a uma nova forma de financiamento e ao consequente equilíbrio da sua estrutura de capital com recurso a um mais baixo custo do crédito. As empresas ao lançarem a OPI pretendem aumentar a sua reputação, e por essa via, obter maiores resultados no mercado do produto
Autores principais:Duque, João
Outros Autores:Febra, Ligia Catarina
Assunto:Oferta pública inicial OPI Mercados financeiros Custo de capital
Ano:2002
País:Portugal
Tipo de documento:working paper
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O acesso a novas formas de financiamento, o aumento da liquidez das acções, o aumento da eficiência da monitorização da empresa, o aumento da reputação, o aumento do tipo de incentivos à disposição da empresa para estimular os empregados, a sobrevalorização das acções no Iongo prazo, e a redução do custo de capital são as principais razões sugeridas pela literatura para as empresas lançarem uma Oferta Pública lnicial (OPI). Para a identificação das razões para o lançamento de uma OPI em Portugal recorremos à analise factorial de componentes principais utilizando três amostras para um período de 12 anos. Uma das amostras é constituída por 71 empresas cotadas, outra por 32 empresas não cotadas, e a outra constituída pela totalidade das empresas. Os resultados sugerem que as empresas portuguesas efectuam OPI's com vista ao acesso a uma nova forma de financiamento e ao consequente equilíbrio da sua estrutura de capital com recurso a um mais baixo custo do crédito. As empresas ao lançarem a OPI pretendem aumentar a sua reputação, e por essa via, obter maiores resultados no mercado do produto