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A domesticação de ecrãs na infância: usos e mediação parental em meios citadino e rural

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo procura caracterizar a utilização dos ecrãs no espaço doméstico em função dos contextos citadino e rural das crianças até aos cinco anos e conhecer como a família intervém na sua introdução e utilização. Para o efeito foram realizados quatro grupos de foco com crianças de quatro e cinco anos residentes na cidade de Lisboa e em Vila Pouca de Aguiar, no distrito de Vila Real e oito entrevistas semiestruturadas com pais e mães de ambos os contextos, chegando a várias conclusões: 1) as crianças do contexto rural são mais utilizadoras dos ecrãs em casa que as crianças da cidade; 2) os pais/mães de ambos os contextos são os responsáveis pelo acesso dos filhos aos ecrãs, sobretudo smartphones e tablets; 3) a principal explicação é a preocupação dos pais/mães com a exclusão social das crianças caso não os utilizem; 4) os progenitores/as do meio urbano denotam uma maior perceção dos riscos associados à exposição dos filhos aos dispositivos tecnológicos.
Autores principais:Cunha, M.J.
Outros Autores:Anunciação, Fábio; Franco, Catarina; Cruz, Carla Isabel
Assunto:ecrãs, infância, usos e mediação, espaço doméstico, contexto urbano, contexto rural
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este estudo procura caracterizar a utilização dos ecrãs no espaço doméstico em função dos contextos citadino e rural das crianças até aos cinco anos e conhecer como a família intervém na sua introdução e utilização. Para o efeito foram realizados quatro grupos de foco com crianças de quatro e cinco anos residentes na cidade de Lisboa e em Vila Pouca de Aguiar, no distrito de Vila Real e oito entrevistas semiestruturadas com pais e mães de ambos os contextos, chegando a várias conclusões: 1) as crianças do contexto rural são mais utilizadoras dos ecrãs em casa que as crianças da cidade; 2) os pais/mães de ambos os contextos são os responsáveis pelo acesso dos filhos aos ecrãs, sobretudo smartphones e tablets; 3) a principal explicação é a preocupação dos pais/mães com a exclusão social das crianças caso não os utilizem; 4) os progenitores/as do meio urbano denotam uma maior perceção dos riscos associados à exposição dos filhos aos dispositivos tecnológicos.