Publicação

Proposta de Arquitetura Paisagista para a Integração da nova Estação de Metro do Bairro de Campo de Ourique, Lisboa. Estudo de caso: Jardim Teófilo Braga (Jardim da Parada) e envolvente

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:O tema desta dissertação incide sobre o desenvolvimento de uma proposta de Arquitetura Paisagista para a integração das saídas de metro da nova Estação de Metro no Bairro de Campo de Ourique, em Lisboa, cuja inauguração está prevista para 2026. Selecionou-se, como estudo de caso, o Jardim Teófilo Braga (Jardim da Parada) e a sua envolvente. Esta iniciativa é vista como um catalisador para a reabilitação do espaço público, e a proposta visa estabelecer uma ligação harmoniosa entre o Jardim da Parada, um jardim histórico do século XIX, e a nova infraestrutura. Através da investigação e observação do espaço, das pessoas e da sua envolvente, foi possível definir objetivos claros para a proposta. Estas atividades fomentaram um sentimento de conexão com o local e as suas vivências, reforçando o desejo de preservar o ambiente existente. Além disso, a análise de desenhos antigos, cartografias históricas e fotografias do jardim sublinhou a importância de resgatar a imagem original do Jardim da Parada, característico do Romantismo. A construção da estação de metro sob o Jardim da Parada representa uma oportunidade única para reestruturar parte do Bairro de Campo de Ourique, criando uma área de convívio e conexão com a rede metropolitana de Lisboa. Propõe-se, assim, a implementação de uma plataforma contínua que una todas as saídas de metro, ampliando o espaço pedonal e recuperando o valor histórico do jardim. Este trabalho fundamenta-se nos princípios de sustentabilidade e resiliência, promovendo o aumento do espaço pedonal, das áreas permeáveis e da acessibilidade urbana. O espaço ao ar livre oferece, assim, a possibilidade de adaptação a novos comportamentos sociais e tecnologias emergentes, além de incentivar a apropriação do espaço por aqueles que dele usufruem diariamente.
Autores principais:Marques, Maria Vale de Magalhães Miranda
Assunto:Arquitetura Paisagista Jardim Teófilo Braga (Jardim da Parada) Reabilitação do espaço público Metro de Lisboa Landscape Architecture Teófilo Braga garden Public space rehabilitation Lisbon Metro
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O tema desta dissertação incide sobre o desenvolvimento de uma proposta de Arquitetura Paisagista para a integração das saídas de metro da nova Estação de Metro no Bairro de Campo de Ourique, em Lisboa, cuja inauguração está prevista para 2026. Selecionou-se, como estudo de caso, o Jardim Teófilo Braga (Jardim da Parada) e a sua envolvente. Esta iniciativa é vista como um catalisador para a reabilitação do espaço público, e a proposta visa estabelecer uma ligação harmoniosa entre o Jardim da Parada, um jardim histórico do século XIX, e a nova infraestrutura. Através da investigação e observação do espaço, das pessoas e da sua envolvente, foi possível definir objetivos claros para a proposta. Estas atividades fomentaram um sentimento de conexão com o local e as suas vivências, reforçando o desejo de preservar o ambiente existente. Além disso, a análise de desenhos antigos, cartografias históricas e fotografias do jardim sublinhou a importância de resgatar a imagem original do Jardim da Parada, característico do Romantismo. A construção da estação de metro sob o Jardim da Parada representa uma oportunidade única para reestruturar parte do Bairro de Campo de Ourique, criando uma área de convívio e conexão com a rede metropolitana de Lisboa. Propõe-se, assim, a implementação de uma plataforma contínua que una todas as saídas de metro, ampliando o espaço pedonal e recuperando o valor histórico do jardim. Este trabalho fundamenta-se nos princípios de sustentabilidade e resiliência, promovendo o aumento do espaço pedonal, das áreas permeáveis e da acessibilidade urbana. O espaço ao ar livre oferece, assim, a possibilidade de adaptação a novos comportamentos sociais e tecnologias emergentes, além de incentivar a apropriação do espaço por aqueles que dele usufruem diariamente.