Publicação
Reabilitação sobre implantes: factores locais do insucesso
| Resumo: | Durante a realização do plano de tratamento o médico dentista deve ter em conta os vários factores de risco envolvidos, sistémicos e locais, de modo a evitar complicações. Os factores de risco técnicos ou mecânicos são os que têm maior prevalência na Implantologia e são definidos como o risco de ocorrerem complicações nos componentes e supraestruturas dos implantes. Neste sentido realizou-se uma revisão bibliográfica sobre sete factores de risco locais: presença de cantilever, prótese cimentada vs prótese aparafusada, presença de parafunção (bruxismo), tipo de retenção protética das próteses removíveis (bola, barra, magnético e locator), angulação dos implantes e dos pilares, proporção coroa / implante e prótese dento-implanto suportada, de modo a tentar perceber se são realmente verdadeiras causas para o insucesso da reabilitação oral sobre implantes e deste modo auxiliar o clínico durante a realização de um plano de tratamento específico para cada paciente. Concluindo, a presença de pacientes com hábitos parafuncionais (bruxismo), de cantilever superior a 15mm e de próteses dento-implanto suportadas são considerados verdadeiros factores de risco locais das reabilitações sobre implantes. Pelo contrário, a proporção coroa / implante, tipo de retenção, angulação dos implantes e dos pilares e prótese cimentada vs aparafusada não estão associados a um aumento das complicações técnicas e mecânicas. |
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| Autores principais: | Calçada, Helena Sofia Lopes |
| Assunto: | Implantes dentários Teses de mestrado - 2011 |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Durante a realização do plano de tratamento o médico dentista deve ter em conta os vários factores de risco envolvidos, sistémicos e locais, de modo a evitar complicações. Os factores de risco técnicos ou mecânicos são os que têm maior prevalência na Implantologia e são definidos como o risco de ocorrerem complicações nos componentes e supraestruturas dos implantes. Neste sentido realizou-se uma revisão bibliográfica sobre sete factores de risco locais: presença de cantilever, prótese cimentada vs prótese aparafusada, presença de parafunção (bruxismo), tipo de retenção protética das próteses removíveis (bola, barra, magnético e locator), angulação dos implantes e dos pilares, proporção coroa / implante e prótese dento-implanto suportada, de modo a tentar perceber se são realmente verdadeiras causas para o insucesso da reabilitação oral sobre implantes e deste modo auxiliar o clínico durante a realização de um plano de tratamento específico para cada paciente. Concluindo, a presença de pacientes com hábitos parafuncionais (bruxismo), de cantilever superior a 15mm e de próteses dento-implanto suportadas são considerados verdadeiros factores de risco locais das reabilitações sobre implantes. Pelo contrário, a proporção coroa / implante, tipo de retenção, angulação dos implantes e dos pilares e prótese cimentada vs aparafusada não estão associados a um aumento das complicações técnicas e mecânicas. |
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