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Influência de temperaturas elevadas no abrolhamento de gemas de rizomas de infestantes

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste trabalho estudou-se a influência, no abrolhamento de gemas de rizomas de Cynodon dactylon, Panicum repens e Paspalum paspalodes, de diferentes temperaturas. Fragmentos de rizoma com um nó, contidos em recipientes com areia húmida, foram sujeitos às temperaturas de 45°, 47,5° 50°, 52,5° 55° 60°C, durante 1, 3 e 9 dias, após o que foram transferidos para uma estufa a 30°C, para observação do abrolhamento e medição dos rebentos, em comparação com fragmentos que se mantiveram, durante aqueles períodos, sempre a 30°C. As gemas sujeitas 1 dia a 45° e 47,5° abrolharam em percentagem relativamente elevada; o comportamento das gemas submetidas a 50° foi irregular. Nove dias de sujeição a qualquer das temperaturas elevadas provocou a morte dos fragmentos, o mesmo acontecendo com as temperaturas de 50° e superiores, ao fim do terceiro dia; os fragmentos de P. repens não sobreviveram, sequer, a 3 dias a 47,5°C. As temperaturas de 52,5°, 55° e 60°C foram letais, mesmo actuando só um dia
Autores principais:Vasconcelos, Maria Teresa
Outros Autores:Moreira, Ilídio; Rosa, M.L.
Assunto:infestantes Cynodon dactylon Panicum repens Paspalum paspalodes abrolhamento
Ano:1979
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Neste trabalho estudou-se a influência, no abrolhamento de gemas de rizomas de Cynodon dactylon, Panicum repens e Paspalum paspalodes, de diferentes temperaturas. Fragmentos de rizoma com um nó, contidos em recipientes com areia húmida, foram sujeitos às temperaturas de 45°, 47,5° 50°, 52,5° 55° 60°C, durante 1, 3 e 9 dias, após o que foram transferidos para uma estufa a 30°C, para observação do abrolhamento e medição dos rebentos, em comparação com fragmentos que se mantiveram, durante aqueles períodos, sempre a 30°C. As gemas sujeitas 1 dia a 45° e 47,5° abrolharam em percentagem relativamente elevada; o comportamento das gemas submetidas a 50° foi irregular. Nove dias de sujeição a qualquer das temperaturas elevadas provocou a morte dos fragmentos, o mesmo acontecendo com as temperaturas de 50° e superiores, ao fim do terceiro dia; os fragmentos de P. repens não sobreviveram, sequer, a 3 dias a 47,5°C. As temperaturas de 52,5°, 55° e 60°C foram letais, mesmo actuando só um dia