Publicação
Caracterização do esforço e comportamento motor em dança : relação aula, ensaio e espectáculo de uma companhia profissional.
| Resumo: | A literatura tem vindo a referir que as aulas e os ensaios não preparam o bailarino para o espectáculo, existindo uma inadequação no treino quanto à solicitação energética. No comportamento motor, resultados expressam falta de especificidade motora em relação ao espectáculo. Objectivos: Estudar em que medida aulas, ensaios e espectáculo estão relacionados quando ao regime de esforço e do comportamento motor: Resultados: Diferenças significativas no rácio esforço/recuperação entre os três componentes estudados (aula = 0.63«0.19; ensaio = 0.93«0.56; espectáculo = 2.79«0.81). Frequência cardíaca regista maior duração a intensidades elevadas no espectáculo (aula = 47.23«7.07%FCR; ensaio = 39.65«11.54%FCR; espectáculo = 64.33«4.11%FCR). O dispêndio energético médio menor no ensaio mas sem diferenças significativas com a aula excepto allegro (aula = 4.37«1.49 MET). O lactato sanguíneo (mmol) evidencia valores de 1.46«0.35 para a barra, 1.90«0.35 para o adágio e 2.17«0.56 para o allegro, 1.51«0.3 ensaio e 3.39«0.8 no espectáculo. Conclusões: Verificam-se tipos de acções motoras utilizadas no espectáculo que não são usadas nas aulas, variando as durações de esforço em relação à recuperação. Aulas e ensaios são de predominância aeróbia com momentos explosivos anaeróbios alácticos, nomeadamente na fase de allegro, enquanto o espectáculo, apesar de predominância aeróbia, observa-se maior estimulação da fonte glicolítica. |
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| Autores principais: | Silva, Luís Miguel Domingues Ferreira |
| Assunto: | Aeróbio Anaeróbio Comportamento motor Dança Treino |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A literatura tem vindo a referir que as aulas e os ensaios não preparam o bailarino para o espectáculo, existindo uma inadequação no treino quanto à solicitação energética. No comportamento motor, resultados expressam falta de especificidade motora em relação ao espectáculo. Objectivos: Estudar em que medida aulas, ensaios e espectáculo estão relacionados quando ao regime de esforço e do comportamento motor: Resultados: Diferenças significativas no rácio esforço/recuperação entre os três componentes estudados (aula = 0.63«0.19; ensaio = 0.93«0.56; espectáculo = 2.79«0.81). Frequência cardíaca regista maior duração a intensidades elevadas no espectáculo (aula = 47.23«7.07%FCR; ensaio = 39.65«11.54%FCR; espectáculo = 64.33«4.11%FCR). O dispêndio energético médio menor no ensaio mas sem diferenças significativas com a aula excepto allegro (aula = 4.37«1.49 MET). O lactato sanguíneo (mmol) evidencia valores de 1.46«0.35 para a barra, 1.90«0.35 para o adágio e 2.17«0.56 para o allegro, 1.51«0.3 ensaio e 3.39«0.8 no espectáculo. Conclusões: Verificam-se tipos de acções motoras utilizadas no espectáculo que não são usadas nas aulas, variando as durações de esforço em relação à recuperação. Aulas e ensaios são de predominância aeróbia com momentos explosivos anaeróbios alácticos, nomeadamente na fase de allegro, enquanto o espectáculo, apesar de predominância aeróbia, observa-se maior estimulação da fonte glicolítica. |
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