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Identificação e isolamento de células com o fenótipo Side Population (SP) no endométrio da égua

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As células estaminais apresentam potencial terapêutico e podem desempenhar um papel no desenvolvimento de certos processos patológicos. O fenótipo Side Population (SP) está associado a células de características estaminais e foi descrito no endométrio humano e do murganho. Para investigar a presença de células SP no endométrio equino, de 11 úteros obtidos post-mortem foram analisadas por citometria de fluxo diferentes populações celulares do endométrio (população mista, células epiteliais e células do estroma, n=16), após coloração com Hoechst. Seis das éguas estavam na fase folicular e três na fase lútea. Foram identificadas populações SP em todas as amostras excepto numa suspensão epitelial. A média (± erro-padrão) de células SP foi de 2,78 ± 2,01% nas populações celulares mistas de endométrio, 3,90 ± 3,68% nas células do estroma e 7,03 ± 6,79% nas células do epitélio. A proporção de células SP foi superior nas populações obtidas do estroma e do epitélio do endométrio de éguas em fase folicular (p<0,01) e, dentro dessas amostras, foi superior nas populações do epitélio quando comparadas com as do estroma (p<0,01). A análise das amostras revelou que, tal como em outras espécies, é possível identificar uma população SP no endométrio da égua.
Autores principais:Dias, Andreia Isabel Mendes
Assunto:Célula estaminal Side Population Células SP Citometria de fluxo Endometrose Égua Stem cell Side Population SP cells Flow cytometry Endometrosis Mare
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:As células estaminais apresentam potencial terapêutico e podem desempenhar um papel no desenvolvimento de certos processos patológicos. O fenótipo Side Population (SP) está associado a células de características estaminais e foi descrito no endométrio humano e do murganho. Para investigar a presença de células SP no endométrio equino, de 11 úteros obtidos post-mortem foram analisadas por citometria de fluxo diferentes populações celulares do endométrio (população mista, células epiteliais e células do estroma, n=16), após coloração com Hoechst. Seis das éguas estavam na fase folicular e três na fase lútea. Foram identificadas populações SP em todas as amostras excepto numa suspensão epitelial. A média (± erro-padrão) de células SP foi de 2,78 ± 2,01% nas populações celulares mistas de endométrio, 3,90 ± 3,68% nas células do estroma e 7,03 ± 6,79% nas células do epitélio. A proporção de células SP foi superior nas populações obtidas do estroma e do epitélio do endométrio de éguas em fase folicular (p<0,01) e, dentro dessas amostras, foi superior nas populações do epitélio quando comparadas com as do estroma (p<0,01). A análise das amostras revelou que, tal como em outras espécies, é possível identificar uma população SP no endométrio da égua.