Publicação

Arte da Sombra: a rocha 7 da Faia (Figueira de Castelo Rodrigo, Guarda, Portugal), um exemplo de arte paleolítica sob abrigo no Vale do Côa.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este texto debruça-se sobre a rocha 7 da Faia, um dos sítios que compõem o conjunto de arte paleolítica do Vale do Côa. Trata-se do segundo espaço parietal deste sítio criado durante o Paleolítico Superior, muito provavelmente durante o intervalo temporal compreendido entre o Gravettense e o Solutrense médio. Contrariamente à maior parte dos espaços parietais do Côa, este não se encontra ao ar livre, mas sob abrigo, em zona de penumbra. A composição que nele se encontra é constituída apenas por uma cerva e uma possível unidade gráfica não figurativa, ambas conseguidas por picotagem. Na primeira parte do texto serão descritos a metodologia de estudo, o sítio e a rocha em si. Ao longo dos capítulos 4 a 6 será discutida a importância da rocha nos contextos do sítio, do Vale do Côa e da arte paleolítica da Península Ibérica.
Autores principais:Santos, André Tomás
Outros Autores:Luís, Luís; Aubry, Thierry
Assunto:Arte paleolítica Vale do Côa Faia Arte ao ar livre Arte sob abrigo Palaeolithic art Côa Valley Open-air rock art Rock art under shelter
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este texto debruça-se sobre a rocha 7 da Faia, um dos sítios que compõem o conjunto de arte paleolítica do Vale do Côa. Trata-se do segundo espaço parietal deste sítio criado durante o Paleolítico Superior, muito provavelmente durante o intervalo temporal compreendido entre o Gravettense e o Solutrense médio. Contrariamente à maior parte dos espaços parietais do Côa, este não se encontra ao ar livre, mas sob abrigo, em zona de penumbra. A composição que nele se encontra é constituída apenas por uma cerva e uma possível unidade gráfica não figurativa, ambas conseguidas por picotagem. Na primeira parte do texto serão descritos a metodologia de estudo, o sítio e a rocha em si. Ao longo dos capítulos 4 a 6 será discutida a importância da rocha nos contextos do sítio, do Vale do Côa e da arte paleolítica da Península Ibérica.