Publicação
Tendências futuras do setor bancário : o ajustamento da banca tradicional às novas tecnologias e a banca nativa digital
| Resumo: | Encontramo-nos em plena quarta revolução industrial e praticamente todas as indústrias estão a adaptar-se a novas realidades e a novas formas de estar no mercado, cada vez mais influenciadas pelas chamadas startup tecnológicas. O setor financeiro não é exceção. Este setor necessita de recuperar a confiança dos consumidores e estar preparado para uma concorrência cada vez maior de plataformas de crédito digitais - Revolut, N26, entre outras plataformas de trading e de investimento, que impuseram uma disrupção na indústria financeira. Salientando, que em grande parte dos casos, os novos concorrentes das instituições financeiras portuguesas têm origem no exterior - tanto de países da União Europeia, como do resto do Mundo. Adicionalmente, os avanços tecnológicos, juntamente com casos de má gestão de instituições financeiras, levam a que os clientes bancários estejam cada vez mais preocupados com a aplicação das suas poupanças e procurem mais informação sobre o mercado e produtos disponíveis. Sendo também consequência do mais fácil acesso à informação, existindo uma maior comparação de serviços. Ao longo deste projeto será analisada a evolução do setor bancário português, incidindo na evolução do marketing no setor, no crescimento tecnológico e nas preocupações dos reguladores em potenciar a concorrência e inovação, bem como a equilibrar a confiança, segurança e riscos sistémicos. Por fim, serão analisadas as respostas de 266 inquiridos para sabermos se os portugueses estão ou não preparados para essa digitalização e redução da presença física no setor bancário. |
|---|---|
| Autores principais: | Duarte, Susana Catarina Alves |
| Assunto: | Banca Tradicional Banca Nativa Digital Costumer Service Marketing Digital Fidelização Fintech Traditional banking Native Digital Banking Digital marketing Loyalty |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Encontramo-nos em plena quarta revolução industrial e praticamente todas as indústrias estão a adaptar-se a novas realidades e a novas formas de estar no mercado, cada vez mais influenciadas pelas chamadas startup tecnológicas. O setor financeiro não é exceção. Este setor necessita de recuperar a confiança dos consumidores e estar preparado para uma concorrência cada vez maior de plataformas de crédito digitais - Revolut, N26, entre outras plataformas de trading e de investimento, que impuseram uma disrupção na indústria financeira. Salientando, que em grande parte dos casos, os novos concorrentes das instituições financeiras portuguesas têm origem no exterior - tanto de países da União Europeia, como do resto do Mundo. Adicionalmente, os avanços tecnológicos, juntamente com casos de má gestão de instituições financeiras, levam a que os clientes bancários estejam cada vez mais preocupados com a aplicação das suas poupanças e procurem mais informação sobre o mercado e produtos disponíveis. Sendo também consequência do mais fácil acesso à informação, existindo uma maior comparação de serviços. Ao longo deste projeto será analisada a evolução do setor bancário português, incidindo na evolução do marketing no setor, no crescimento tecnológico e nas preocupações dos reguladores em potenciar a concorrência e inovação, bem como a equilibrar a confiança, segurança e riscos sistémicos. Por fim, serão analisadas as respostas de 266 inquiridos para sabermos se os portugueses estão ou não preparados para essa digitalização e redução da presença física no setor bancário. |
|---|