Publicação
Stress ocupacional e avaliação de desempenho nos professores : contributos para uma psicodinâmica do trabalho
| Resumo: | No contexto de crescente interesse sobre o domínio do stress ocupacional, tentou-se, partindo da perspectiva da Psicodinâmica do Trabalho (Dejours, 2000), avaliar o impacto da avaliação de desempenho introduzida pelo ME em 2008 nos níveis de stress manifestados pelos professores. Os participantes foram 44 professores de duas escolas do 3º Ciclo do concelho de Vila Franca de Xira. A amostra foi de conveniência, sendo a participação voluntária. Os participantes foram distribuídos por um de dois grupos em função dos componentes em que tinham sido avaliados (desempenho funcional ou desempenhos funcional e científico-pedagógico). Os participantes responderam à Escala Portuguesa de Stress Ocupacional, versão para Docentes EPSO-D (Mota Cardoso et al., 2002). Hipóteses: 1) os professores avaliados cumulativamente nas componentes de desempenho funcional e científico-pedagógico apresentam níveis de stress percebido mais elevados do que os professores avaliados apenas na componente de desempenho funcional; 2) os níveis de stress percebido pelos professores não estão associados a qualquer condição sócio-demográfica ou sócio-profissional dos mesmos, à excepção do sexo. Os resultados da MANOVA realizada não mostram qualquer diferença significativa entre os dois grupos, em termos de stress. Conclui-se que o segundo componente de avaliação (desempenho científico-pedagógico) não foi determinante para suscitar níveis mais elevados de stress nos professores estudados. Discutem-se os resultados. |
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| Autores principais: | Caeiro, Raúl Miguel das Neves |
| Assunto: | Stress ocupacional Avaliação de professores Psicodinâmica Teses de mestrado - 2010 |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | No contexto de crescente interesse sobre o domínio do stress ocupacional, tentou-se, partindo da perspectiva da Psicodinâmica do Trabalho (Dejours, 2000), avaliar o impacto da avaliação de desempenho introduzida pelo ME em 2008 nos níveis de stress manifestados pelos professores. Os participantes foram 44 professores de duas escolas do 3º Ciclo do concelho de Vila Franca de Xira. A amostra foi de conveniência, sendo a participação voluntária. Os participantes foram distribuídos por um de dois grupos em função dos componentes em que tinham sido avaliados (desempenho funcional ou desempenhos funcional e científico-pedagógico). Os participantes responderam à Escala Portuguesa de Stress Ocupacional, versão para Docentes EPSO-D (Mota Cardoso et al., 2002). Hipóteses: 1) os professores avaliados cumulativamente nas componentes de desempenho funcional e científico-pedagógico apresentam níveis de stress percebido mais elevados do que os professores avaliados apenas na componente de desempenho funcional; 2) os níveis de stress percebido pelos professores não estão associados a qualquer condição sócio-demográfica ou sócio-profissional dos mesmos, à excepção do sexo. Os resultados da MANOVA realizada não mostram qualquer diferença significativa entre os dois grupos, em termos de stress. Conclui-se que o segundo componente de avaliação (desempenho científico-pedagógico) não foi determinante para suscitar níveis mais elevados de stress nos professores estudados. Discutem-se os resultados. |
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