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Treatment of type 2 diabetes through oral delivery of insulin : best outcomes are to come yet?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A diabetes tipo 2 é responsável pela maioria dos casos de diabetes e a sua prevalência está a aumentar em muitos países. Caracteriza-se por hiperglicemia, resistência à insulina herdada ou adquirida, defeito na secreção insulínica ou por alterações quantitativas e qualitativas na secreção de insulina. Em última análise, o tratamento para pessoas com diabetes envolve administração subcutânea de insulina, embora, em muitos casos, ainda haja controvérsia sobre quando iniciar e intensificar a terapêutica com insulina. No entanto, essa via de administração pode ser dolorosa, desconfortável e inconveniente, pois a maioria dos pessoas terá que auto administrar várias injeções subcutâneas, com maior risco de hipoglicemia, hiperinsulinemia periférica e aumento de peso. Além disso, no local de injeção é frequente haver eritema, prurido, e lipodistrofia. A administração de insulina por via oral seria a via ideal para pessoas com diabetes, devido à sua grande simplicidade e conveniência, contudo, várias limitações devem ser superadas, como a rápida degradação da insulina a nível gástrico e a sua baixa biodisponibilidade oral. Inúmeras estratégias têm sido tentadas para aumentar a absorção da insulina, como a modificação da estrutura química, polímeros mucoadesivos, adição de promotores de absorção e inibidores de enzimas. Além disso, as nanoparticulas constituem sistemas promissores para a administração de insulina, ultrapassando diversas barreiras fisiológicas.
Autores principais:Ribeiro, Jéssica Rodrigues
Assunto:Diabetes tipo 2 Administração por via oral Fisiopatologia da diabetes Nanotecnologia Insulina oral Endocrinologia
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:inglês
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A diabetes tipo 2 é responsável pela maioria dos casos de diabetes e a sua prevalência está a aumentar em muitos países. Caracteriza-se por hiperglicemia, resistência à insulina herdada ou adquirida, defeito na secreção insulínica ou por alterações quantitativas e qualitativas na secreção de insulina. Em última análise, o tratamento para pessoas com diabetes envolve administração subcutânea de insulina, embora, em muitos casos, ainda haja controvérsia sobre quando iniciar e intensificar a terapêutica com insulina. No entanto, essa via de administração pode ser dolorosa, desconfortável e inconveniente, pois a maioria dos pessoas terá que auto administrar várias injeções subcutâneas, com maior risco de hipoglicemia, hiperinsulinemia periférica e aumento de peso. Além disso, no local de injeção é frequente haver eritema, prurido, e lipodistrofia. A administração de insulina por via oral seria a via ideal para pessoas com diabetes, devido à sua grande simplicidade e conveniência, contudo, várias limitações devem ser superadas, como a rápida degradação da insulina a nível gástrico e a sua baixa biodisponibilidade oral. Inúmeras estratégias têm sido tentadas para aumentar a absorção da insulina, como a modificação da estrutura química, polímeros mucoadesivos, adição de promotores de absorção e inibidores de enzimas. Além disso, as nanoparticulas constituem sistemas promissores para a administração de insulina, ultrapassando diversas barreiras fisiológicas.