Publicação

A catedral de Nossa Senhora da Conceição de Lourenço Marques : cópia ou inovação do seu arquitecto?

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:A Catedral de Lourenço Marques é vista, até aos nossos dias, como uma cópia da obra do arquitecto Auguste Perret. Pouco referenciada em estudos, e mal interpretada por alguns autores, procurámos, nesta dissertação, trazer novos dados para a sua compreensão. Recorremos a fontes primárias coevas que nos clarificassem o melhor possível o que se passou e como se passou. Tivemos por base o livro Guia da Catedral de Lourenço Marques que detém muita informação sobre a mesma e factos ocorridos. Os arquivos complementaram a informação procurada. Mediante os factos encontrados, e tendo em análise a vida do engenheiro que a projectou, pensamos poder dar uma nova leitura a este edifício que faz parte do património de ambos os países: Portugal e Moçambique.
Autores principais:Furtado, Ana
Assunto:Costa, Marcial Freitas e, 1891-1944 Catedral de Nossa Senhora da Conceição (Maputo, Moçambique) - História Arquitectura colonial - África Arquitectura portuguesa - África Portugal - Política e governo - 1928-1944 Teses de mestrado - 2017
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A Catedral de Lourenço Marques é vista, até aos nossos dias, como uma cópia da obra do arquitecto Auguste Perret. Pouco referenciada em estudos, e mal interpretada por alguns autores, procurámos, nesta dissertação, trazer novos dados para a sua compreensão. Recorremos a fontes primárias coevas que nos clarificassem o melhor possível o que se passou e como se passou. Tivemos por base o livro Guia da Catedral de Lourenço Marques que detém muita informação sobre a mesma e factos ocorridos. Os arquivos complementaram a informação procurada. Mediante os factos encontrados, e tendo em análise a vida do engenheiro que a projectou, pensamos poder dar uma nova leitura a este edifício que faz parte do património de ambos os países: Portugal e Moçambique.