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Métodos para a determinação do potencial antioxidante dos frutos

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Resumo:As polpas e os extratos de frutos têm sido identificados como fontes potenciais de grande atividade antioxidante. Tendo em conta que o stress oxidativo foi descrito como estando envolvido em patologias degenerativas, tais como o cancro, Parkinson, Alzheimer, doenças cardiovasculares e doenças autoimunes, atualmente efetuam-se diversos estudos, a fim de verificar e comprovar a atividade antioxidante de frutos e de outros alimentos na prevenção dessas doenças. Para avaliar a atividade antioxidante dos frutos, podem ser utilizados, individualmente ou em conjunto, diversos métodos. Neste contexto, apresenta-se uma revisão dos métodos mais utilizados na avaliação do potencial antioxidante dos frutos, nomeadamente por remoção de um radical peroxil (ORAC, Oxygen Radical Absorbance Capacity e TRAP, Total Reactive Antioxidant Potential), pela capacidade de redução de um metal (FRAP, Ferric Reducing Antioxidant Power e CUPRAC, Cupric ion Reducing Antioxidant Capacity), pela capacidade de remoção de um radical orgânico (ABTS, método do ácido 2,2'-azino-bis-3-etilbenzotiazolina-6-sulfónico e DPPH, método do 2,2-difenil-1-picril-hidrazil) e pela quantificação de produtos formados durante a oxidação de lípidos (TBARS, Thiobarbituric Acid Reactive Substances, oxidação das lipoproteínas de baixa densidade (LDL, Low Density Lipoprotein) e co-oxidação do β-caroteno). Apresentam-se também as vantagens e as desvantagens de cada um dos métodos.
Autores principais:Duro, Lia Susana Lourenço Simões
Assunto:Atividade antioxidante Stress oxidativo Doenças degenerativas Frutos Métodos (ORAC, TRAP, FRAP, CUPRAC, ABTS, DPPH, TBARS) Mestrado Integrado - 2016
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:As polpas e os extratos de frutos têm sido identificados como fontes potenciais de grande atividade antioxidante. Tendo em conta que o stress oxidativo foi descrito como estando envolvido em patologias degenerativas, tais como o cancro, Parkinson, Alzheimer, doenças cardiovasculares e doenças autoimunes, atualmente efetuam-se diversos estudos, a fim de verificar e comprovar a atividade antioxidante de frutos e de outros alimentos na prevenção dessas doenças. Para avaliar a atividade antioxidante dos frutos, podem ser utilizados, individualmente ou em conjunto, diversos métodos. Neste contexto, apresenta-se uma revisão dos métodos mais utilizados na avaliação do potencial antioxidante dos frutos, nomeadamente por remoção de um radical peroxil (ORAC, Oxygen Radical Absorbance Capacity e TRAP, Total Reactive Antioxidant Potential), pela capacidade de redução de um metal (FRAP, Ferric Reducing Antioxidant Power e CUPRAC, Cupric ion Reducing Antioxidant Capacity), pela capacidade de remoção de um radical orgânico (ABTS, método do ácido 2,2'-azino-bis-3-etilbenzotiazolina-6-sulfónico e DPPH, método do 2,2-difenil-1-picril-hidrazil) e pela quantificação de produtos formados durante a oxidação de lípidos (TBARS, Thiobarbituric Acid Reactive Substances, oxidação das lipoproteínas de baixa densidade (LDL, Low Density Lipoprotein) e co-oxidação do β-caroteno). Apresentam-se também as vantagens e as desvantagens de cada um dos métodos.