Publicação
Caso clínico : tumor de células gigantes da coluna cervical
| Resumo: | O tumor de células gigantes do osso é uma neoplasia benigna que representa cerca de 4% de todas as neoplasias primárias ósseas. Apesar de benigna é localmente agressiva e pode provocar destruição dos tecidos circundantes e eventualmente metastizar, habitualmente para os pulmões. O tratamento desta patologia baseia-se na eliminação e contenção do crescimento do tumor, com recurso a diferentes terapêuticas como a abordagem cirúrgica, a radioterapia ou fármacos. Sabe-se que o método mais eficaz é a resseção em bloco do tumor, contudo nem sempre é possível fazê-lo e nesses casos deve recorrer-se à terapêutica farmacológica com bisfosfonatos, interferão α ou, mais recentemente, o denosumab. Este fármaco é um anticorpo monoclonal anti RANKL, usado em diversas situações sendo particularmente útil em contexto de irressecabilidade tumoral mas também no contexto neoadjuvante ou adjuvante, para controlo da doença e posterior abordagem cirúrgica. O caso clínico em discussão retrata a evolução desta patologia nos últimos 20 anos, num doente com diagnóstico feito aos 18 anos. Este doente tem um tumor de células gigantes da coluna cervical e apesar de, atualmente, a doença estar controlada já teve períodos de agravamento, com evidência de malignização na loca primária – osteossarcoma e posterior metastização pulmonar do tumor primário. O objetivo será refletir sobre as intervenções já feitas neste doente e, com base na literatura mais atual, perceber quais serão as opções terapêuticas num futuro próximo. |
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| Autores principais: | Costa, Filipa Marques |
| Assunto: | Tumor de células gigantes do osso Coluna cervical RANKL Denosumab Oncologia |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O tumor de células gigantes do osso é uma neoplasia benigna que representa cerca de 4% de todas as neoplasias primárias ósseas. Apesar de benigna é localmente agressiva e pode provocar destruição dos tecidos circundantes e eventualmente metastizar, habitualmente para os pulmões. O tratamento desta patologia baseia-se na eliminação e contenção do crescimento do tumor, com recurso a diferentes terapêuticas como a abordagem cirúrgica, a radioterapia ou fármacos. Sabe-se que o método mais eficaz é a resseção em bloco do tumor, contudo nem sempre é possível fazê-lo e nesses casos deve recorrer-se à terapêutica farmacológica com bisfosfonatos, interferão α ou, mais recentemente, o denosumab. Este fármaco é um anticorpo monoclonal anti RANKL, usado em diversas situações sendo particularmente útil em contexto de irressecabilidade tumoral mas também no contexto neoadjuvante ou adjuvante, para controlo da doença e posterior abordagem cirúrgica. O caso clínico em discussão retrata a evolução desta patologia nos últimos 20 anos, num doente com diagnóstico feito aos 18 anos. Este doente tem um tumor de células gigantes da coluna cervical e apesar de, atualmente, a doença estar controlada já teve períodos de agravamento, com evidência de malignização na loca primária – osteossarcoma e posterior metastização pulmonar do tumor primário. O objetivo será refletir sobre as intervenções já feitas neste doente e, com base na literatura mais atual, perceber quais serão as opções terapêuticas num futuro próximo. |
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