Publicação

Intervenção silenciosa

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:No ano de 2017, 540 mil hectares foram ardidos na sequência de incêndios florestais. As regiões danificadas foram alvo de uma extensiva produção de monoculturas a que chamamos de desertos verdes. Subsequente a estas práticas, o território tornou-se altamente inflamável e a biodiversidade que se encontrava nas florestas autóctones portuguesas foram afectadas. A cultura intensiva destas espécies invasoras vulnerabilizam as comunidades e forçam o abandono do meio rural, evidenciando os profundos problemas de gestão do território. De modo a que, é proposto uma intervenção na região Centro (concelho de Pedrógão Grande), que garanta através de modelos organizados e replicáveis, e de conduta mais sustentável, práticas que possam ser adoptadas para assegurar a vida. Quanto mais precisamos de perder para compreender que estas anomalias têm gerado grandes
Autores principais:Henriques, Ema Luísa Gomes
Assunto:Incêndios florestais Desertos verdes Comunidades Território
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:No ano de 2017, 540 mil hectares foram ardidos na sequência de incêndios florestais. As regiões danificadas foram alvo de uma extensiva produção de monoculturas a que chamamos de desertos verdes. Subsequente a estas práticas, o território tornou-se altamente inflamável e a biodiversidade que se encontrava nas florestas autóctones portuguesas foram afectadas. A cultura intensiva destas espécies invasoras vulnerabilizam as comunidades e forçam o abandono do meio rural, evidenciando os profundos problemas de gestão do território. De modo a que, é proposto uma intervenção na região Centro (concelho de Pedrógão Grande), que garanta através de modelos organizados e replicáveis, e de conduta mais sustentável, práticas que possam ser adoptadas para assegurar a vida. Quanto mais precisamos de perder para compreender que estas anomalias têm gerado grandes