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Disputas de e por espaços político-identitários : o rap e os movimentos sociais em Cabo Verde

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Independente desde 1975 e democrático desde 1991, Cabo Verde não escapou às vagas de protestos urbanos que na segunda metade dos anos de 2000 assolaram as capitais africanas. O rap, percebido como a nova expressão de protesto dos jovens urbanos, consolida-se nos anos de 2000 como um dos principais atores no cenário político cabo-verdiano e torna-se num importante veículo de mobilização e construção de uma cultura urbana de resistência. Este artigo, que tem como base uma pesquisa etnográfica nas cidades da Praia (Ilha de Santiago) e do Mindelo (ilha de São Vicente), busca responder a 3 questões: 1) como o rap tem evidenciado as contradições identitárias e sociais; 2) como ele se tem articulado com os outros tipos de movimentos sociais; 3) qual o lugar das mulheres no rap?
Autores principais:Lima, Redy Wilson
Outros Autores:Robalo, Alexssandro
Assunto:hip-hop/rap identidades protestos movimentos sociais hip-hop/rap identities protests social movements hip-hop/rap identités protestations mouvements sociaux
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Independente desde 1975 e democrático desde 1991, Cabo Verde não escapou às vagas de protestos urbanos que na segunda metade dos anos de 2000 assolaram as capitais africanas. O rap, percebido como a nova expressão de protesto dos jovens urbanos, consolida-se nos anos de 2000 como um dos principais atores no cenário político cabo-verdiano e torna-se num importante veículo de mobilização e construção de uma cultura urbana de resistência. Este artigo, que tem como base uma pesquisa etnográfica nas cidades da Praia (Ilha de Santiago) e do Mindelo (ilha de São Vicente), busca responder a 3 questões: 1) como o rap tem evidenciado as contradições identitárias e sociais; 2) como ele se tem articulado com os outros tipos de movimentos sociais; 3) qual o lugar das mulheres no rap?