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Perturbação do espectro do Autismo : revisão e crítica das metodologias de intervenção

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Perturbação do Espectro do Autismo (PEA) é uma perturbação de etiologia multifatorial e apresentação clínica heterogénea, cuja prevalência tem vindo a aumentar. Caracteriza-se por défice na comunicação social e/ou presença de comportamentos restritivos e repetitivos. Alguns dos fatores de risco são o sexo masculino, a idade materna elevada e a história familiar de psicopatologia. Os sinais de alarme surgem normalmente antes dos dois anos e a perturbação pode ser detetada através de testes de rastreio. Existem várias metodologias de intervenção que visam uma melhoria funcional da criança, não sendo expectável a cura. Os objetivos desta revisão são: analisar a importância da intervenção precoce em crianças com PEA; fazer uma revisão e análise crítica das metodologias de intervenção com maior evidência científica e fatores preditores da resposta às mesmas. Sabe-se que existem várias estratégias de intervenção, sendo a metodologia ABA e a metodologia TEACCH as que apresentam atualmente maior evidência científica. A Perturbação do Desenvolvimento Intelectual e a família são os principais preditores da resposta à intervenção. É essencial a sensibilização à deteção precoce. Devem preferir-se abordagens interventivas que sejam moldadas à individualidade e às necessidades de cada criança e família.
Autores principais:Neves, Catarina Maria Simões Pinto
Assunto:Espectro Autismo Metodologias Intervenção precoce Preditores Família
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A Perturbação do Espectro do Autismo (PEA) é uma perturbação de etiologia multifatorial e apresentação clínica heterogénea, cuja prevalência tem vindo a aumentar. Caracteriza-se por défice na comunicação social e/ou presença de comportamentos restritivos e repetitivos. Alguns dos fatores de risco são o sexo masculino, a idade materna elevada e a história familiar de psicopatologia. Os sinais de alarme surgem normalmente antes dos dois anos e a perturbação pode ser detetada através de testes de rastreio. Existem várias metodologias de intervenção que visam uma melhoria funcional da criança, não sendo expectável a cura. Os objetivos desta revisão são: analisar a importância da intervenção precoce em crianças com PEA; fazer uma revisão e análise crítica das metodologias de intervenção com maior evidência científica e fatores preditores da resposta às mesmas. Sabe-se que existem várias estratégias de intervenção, sendo a metodologia ABA e a metodologia TEACCH as que apresentam atualmente maior evidência científica. A Perturbação do Desenvolvimento Intelectual e a família são os principais preditores da resposta à intervenção. É essencial a sensibilização à deteção precoce. Devem preferir-se abordagens interventivas que sejam moldadas à individualidade e às necessidades de cada criança e família.