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Diferenças entre pais e mães, filhos e filhas nos estilos parentais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Vários estudos têm demonstrado que pais e mães educam filhos e filhas de forma diferente e que estas diferenças podem influenciar o desenvolvimento das crianças. A presente dissertação tem como objectivo analisar os estilos parentais em participantes adultos portugueses, casados ou em união de facto, com filhos, em função do sexo dos pais e dos filhos. Para tal, foi aplicado o Questionário de Dimensões e Estilos Parentais QDEP (Robinson, Mandleco, Olsen & Hart, 2001, adaptado por Carapito, Pedro & Ribeiro, 2007) para procurar as diferenças nos estilos parentais. A amostra era constituída por 356 indivíduos, 178 pessoas do sexo masculino e 178 do sexo feminino. Os resultados mostraram que estas diferenças estão presentes quando comparamos pais e mães e quando comparamos filhos e filhas. Por fim, os resultados foram discutidos, com base no enquadramento teórico, e apresentadas algumas limitações e hipóteses para futuras investigações.
Autores principais:Correia, Ana Raquel Fonseca Alveirinho
Assunto:Relação pais-criança Estilos parentais Diferenças entre sexos (psicologia) Teses de mestrado
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Vários estudos têm demonstrado que pais e mães educam filhos e filhas de forma diferente e que estas diferenças podem influenciar o desenvolvimento das crianças. A presente dissertação tem como objectivo analisar os estilos parentais em participantes adultos portugueses, casados ou em união de facto, com filhos, em função do sexo dos pais e dos filhos. Para tal, foi aplicado o Questionário de Dimensões e Estilos Parentais QDEP (Robinson, Mandleco, Olsen & Hart, 2001, adaptado por Carapito, Pedro & Ribeiro, 2007) para procurar as diferenças nos estilos parentais. A amostra era constituída por 356 indivíduos, 178 pessoas do sexo masculino e 178 do sexo feminino. Os resultados mostraram que estas diferenças estão presentes quando comparamos pais e mães e quando comparamos filhos e filhas. Por fim, os resultados foram discutidos, com base no enquadramento teórico, e apresentadas algumas limitações e hipóteses para futuras investigações.