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Dança criativa como reabilitação da saúde mental

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste estudo, foram avaliados os efeitos de uma intervenção através da dança criativa, em pacientes com perturbações na saúde mental. Para tal, contou com a participação de 10 sujeitos com distúrbios em saúde mental. A investigação seguiu um delineamento experimental. Os participantes foram aleatoriamente designados para o grupo experimental e para o grupo de controlo. Em seguida, o grupo experimental participou num programa baseado na dança criativa, enquanto o grupo de controlo permaneceu nas atividades da instituição que os acompanha. A intervenção teve uma duração de 5 semanas com distribuindo-se as sessões em 2 por semana num total de 10 sessões. Ambos os grupos foram avaliados em pré e pós-intervenção, através de três testes no âmbito da saúde mental e bem-estar, o Spontaneity Assessment Inventory—Revised, no sentido de avaliar os níveis de espontaneidade dos participantes, o Clinical Outcomes for Routine Evaluation-Outcome Measure, com o intuito de avaliar o bem-estar dos participantes, e ainda o questionário Beck Depression Inventory – II para a avaliação dos níveis de ansiedade e da depressão. Os resultados mostraram que não existem diferenças estatisticamente significativas entre os momentos pré e pós intervenção. Finalmente, são discutidos os benefícios e efeitos práticos que os participantes da intervenção relataram
Autores principais:Marques, Andreia Cristóvão
Assunto:Saúde mental Depressão Bem-estar psicológico SAI-R BDI-II CORE-OM Espontaneidade Dança criativa Reabilitação Arte-terapia Mental health Depression Psychological well-being Spontaneity Creative dance Rehabilitation Art Therapy
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Neste estudo, foram avaliados os efeitos de uma intervenção através da dança criativa, em pacientes com perturbações na saúde mental. Para tal, contou com a participação de 10 sujeitos com distúrbios em saúde mental. A investigação seguiu um delineamento experimental. Os participantes foram aleatoriamente designados para o grupo experimental e para o grupo de controlo. Em seguida, o grupo experimental participou num programa baseado na dança criativa, enquanto o grupo de controlo permaneceu nas atividades da instituição que os acompanha. A intervenção teve uma duração de 5 semanas com distribuindo-se as sessões em 2 por semana num total de 10 sessões. Ambos os grupos foram avaliados em pré e pós-intervenção, através de três testes no âmbito da saúde mental e bem-estar, o Spontaneity Assessment Inventory—Revised, no sentido de avaliar os níveis de espontaneidade dos participantes, o Clinical Outcomes for Routine Evaluation-Outcome Measure, com o intuito de avaliar o bem-estar dos participantes, e ainda o questionário Beck Depression Inventory – II para a avaliação dos níveis de ansiedade e da depressão. Os resultados mostraram que não existem diferenças estatisticamente significativas entre os momentos pré e pós intervenção. Finalmente, são discutidos os benefícios e efeitos práticos que os participantes da intervenção relataram