Publicação
Pais adoptivos : das dificuldades à adaptação
| Resumo: | O presente estudo pretende compreender e analisar as dificuldades geradoras de stress, ao nível da parentalidade adoptiva, que emergem da situação de adopção. Outro objectivo prende-se com a análise dos mecanismos de adaptação utilizados pela família adoptiva para a gestão do stress e recuperação do equilíbrio familiar, nomeadamente os recursos individuais, familiares e sociais; a percepção da situação; e as estratégias de coping. Com este propósito, recorreu-se a uma amostra composta por 14 casais adoptantes e 3 singulares, com idades entre os 35 e os 68 anos, que adoptaram uma ou duas crianças entre 2004 e 2007. A metodologia do estudo é qualitativa, tendo-se recorrido a entrevistas semi-estruturadas e posteriormente, procedeu-se à análise de conteúdo através do programa QSR NVivo 8. Os resultados obtidos revelaram que as dificuldades parentais mais proeminentes foram as dificuldades comportamentais e questões relacionadas com a adaptação à parentalidade. Relativamente aos recursos salientam-se o apoio recebido pela família alargada, amigos e técnicos especializados. As práticas parentais mais referenciadas foram o diálogo, negociação e a explicação. |
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| Autores principais: | Pinhal, Maria Rita Peres Marques |
| Assunto: | Parentalidade Famílias adoptivas Estratégias de coping Teses de mestrado - 2011 |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O presente estudo pretende compreender e analisar as dificuldades geradoras de stress, ao nível da parentalidade adoptiva, que emergem da situação de adopção. Outro objectivo prende-se com a análise dos mecanismos de adaptação utilizados pela família adoptiva para a gestão do stress e recuperação do equilíbrio familiar, nomeadamente os recursos individuais, familiares e sociais; a percepção da situação; e as estratégias de coping. Com este propósito, recorreu-se a uma amostra composta por 14 casais adoptantes e 3 singulares, com idades entre os 35 e os 68 anos, que adoptaram uma ou duas crianças entre 2004 e 2007. A metodologia do estudo é qualitativa, tendo-se recorrido a entrevistas semi-estruturadas e posteriormente, procedeu-se à análise de conteúdo através do programa QSR NVivo 8. Os resultados obtidos revelaram que as dificuldades parentais mais proeminentes foram as dificuldades comportamentais e questões relacionadas com a adaptação à parentalidade. Relativamente aos recursos salientam-se o apoio recebido pela família alargada, amigos e técnicos especializados. As práticas parentais mais referenciadas foram o diálogo, negociação e a explicação. |
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