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Globalização e competitividade : posicionamento das regiões periféricas

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Resumo:A globalização é, então, a fase actual da economia mundial, caracterizada por interdependentes sistemas produtivos de base regional e/ou nacional abertos sobre o exterior, que acomodam uma diversidade de subsistemas produtivos sectoriais de base empresarial, cuja coerência técnica é captada através do conceito de decomposição internacional dos processos produtivos e cuja complexidade económica se manifesta por fluxos cruzados de IDE, de comércio intra-industrial, muito dele do tipo intrafirma. Aquela coerência é mais visível e esta complexidade mais evidente em espaços supranacionais integrados, de que a UEM é o melhor exemplo, mas, com frequência, a decomposição internacional dos processos produtivos e correspondentes fluxos de IDE e de comércio, extravasam as fronteiras daqueles espaços. Neste contexto, às formas de competição pelos custos associam-se as formas de competição pela diferenciação e os fluxos de comércio intra-industrial e intraproduto superam os fluxos de comércio inter-industrial.
Autores principais:Guerra, António Castro
Assunto:Globalização da economia Competitividade Integração Económica e Monetária Regiões periféricas Portugal
Ano:1998
País:Portugal
Tipo de documento:working paper
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A globalização é, então, a fase actual da economia mundial, caracterizada por interdependentes sistemas produtivos de base regional e/ou nacional abertos sobre o exterior, que acomodam uma diversidade de subsistemas produtivos sectoriais de base empresarial, cuja coerência técnica é captada através do conceito de decomposição internacional dos processos produtivos e cuja complexidade económica se manifesta por fluxos cruzados de IDE, de comércio intra-industrial, muito dele do tipo intrafirma. Aquela coerência é mais visível e esta complexidade mais evidente em espaços supranacionais integrados, de que a UEM é o melhor exemplo, mas, com frequência, a decomposição internacional dos processos produtivos e correspondentes fluxos de IDE e de comércio, extravasam as fronteiras daqueles espaços. Neste contexto, às formas de competição pelos custos associam-se as formas de competição pela diferenciação e os fluxos de comércio intra-industrial e intraproduto superam os fluxos de comércio inter-industrial.