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Estratégias de investimento direto estrangeiro : o caso da China
| Resumo: | O Investimento Direto Estrangeiro (IDE) consiste na transferência de recursos de um país para outro, supostamente com o objetivo de criar riqueza no país de acolhimento. Para muitos países, o IDE pode representar um importante motor para facilitar a integração económica internacional, pois com um quadro político adequado, ele pode proporcionar estabilidade financeira, promover o desenvolvimento económico e melhorar o bem-estar da sociedade. Nos últimos anos, os fluxos do IDE têm tido um papel significativo para o crescimento da economia de vários países, sobretudo para aqueles que apresentam maiores fragilidades económicas, dado que proporcionam uma importante fonte de financiamento que lhes permite aumentar o nível da tecnologia e do know-how das suas empresas, e subsequentemente induzir o aumento da produtividade. Recentemente têm-se verificado o aumento do interesse, por parte da China, no IDE em Portugal e noutros países, com os setores da energia, da banca e dos seguros no topo das preferências dos investidores chineses no caso português. Nesta dissertação propomo-nos analisar o IDE chinês. Pretende-se analisar os principais investimentos realizados por investidores chineses em Portugal, com vista a tentar perceber se por detrás dos mesmos existe uma eventual estratégica política e/ou se os mesmos fazem parte de um modelo estratégico mais amplo que consubstancie uma tentativa de domínio económico chinês do Sul da Europa. |
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| Autores principais: | Leitão, Inês Raquel da Cruz Couto Pires |
| Assunto: | Investimento Direto Estrangeiro IDE China Estratégia Belt & Road Initiative Foreign Direct Investment Strategy |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O Investimento Direto Estrangeiro (IDE) consiste na transferência de recursos de um país para outro, supostamente com o objetivo de criar riqueza no país de acolhimento. Para muitos países, o IDE pode representar um importante motor para facilitar a integração económica internacional, pois com um quadro político adequado, ele pode proporcionar estabilidade financeira, promover o desenvolvimento económico e melhorar o bem-estar da sociedade. Nos últimos anos, os fluxos do IDE têm tido um papel significativo para o crescimento da economia de vários países, sobretudo para aqueles que apresentam maiores fragilidades económicas, dado que proporcionam uma importante fonte de financiamento que lhes permite aumentar o nível da tecnologia e do know-how das suas empresas, e subsequentemente induzir o aumento da produtividade. Recentemente têm-se verificado o aumento do interesse, por parte da China, no IDE em Portugal e noutros países, com os setores da energia, da banca e dos seguros no topo das preferências dos investidores chineses no caso português. Nesta dissertação propomo-nos analisar o IDE chinês. Pretende-se analisar os principais investimentos realizados por investidores chineses em Portugal, com vista a tentar perceber se por detrás dos mesmos existe uma eventual estratégica política e/ou se os mesmos fazem parte de um modelo estratégico mais amplo que consubstancie uma tentativa de domínio económico chinês do Sul da Europa. |
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