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Competitividade e inovação: uma abordagem às regiões europeias

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A globalização dos mercados, a crescente integração das economias e o incremento da componente imaterial da economia têm um impacte indiscutível sobre as dinâmicas territoriais. As forças competitivas exigem que as organizações e que os próprios territórios percebam e explorem factores de distinção, tomando-se a inovação um imperativo. Em última análise, estas transformações irão reflectir-se sobre os níveis de competitividade dos territórios, pelo que, será interessante perceber: a amplitude do conceito de competitividade, o papel da inovação, o desempenho competitivo das regiões europeias e os factores que explicam as diferenças na competitividade global das mesmas. Estas são questões pertinentes e bastante actuais às quais pretendemos dar resposta. O nosso objecto de estudo são as regiões europeias inseridas no nível 2 (NUTS IIversão 2003), sendo o universo de análise as 213 regiões respeitantes à Europa dos 15 (Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Portugal, Reino Unido e Suécia). A base de dados utilizada para a construção da componente empírica foi a New Cronos: Régio, disponibilizada on-line pelo Eurostat.
Autores principais:Brochado, Sónia Cristina Nunes
Assunto:Competitividade Economia da inovação Economia regional Sistemas de inovação Estratégicas tecnológicas Economia do conhecimento Competitiveness Economy of innovation Regional economy Systems of innovation Technological Strategies Knowledge based economy
Ano:2005
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A globalização dos mercados, a crescente integração das economias e o incremento da componente imaterial da economia têm um impacte indiscutível sobre as dinâmicas territoriais. As forças competitivas exigem que as organizações e que os próprios territórios percebam e explorem factores de distinção, tomando-se a inovação um imperativo. Em última análise, estas transformações irão reflectir-se sobre os níveis de competitividade dos territórios, pelo que, será interessante perceber: a amplitude do conceito de competitividade, o papel da inovação, o desempenho competitivo das regiões europeias e os factores que explicam as diferenças na competitividade global das mesmas. Estas são questões pertinentes e bastante actuais às quais pretendemos dar resposta. O nosso objecto de estudo são as regiões europeias inseridas no nível 2 (NUTS IIversão 2003), sendo o universo de análise as 213 regiões respeitantes à Europa dos 15 (Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Portugal, Reino Unido e Suécia). A base de dados utilizada para a construção da componente empírica foi a New Cronos: Régio, disponibilizada on-line pelo Eurostat.