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No limite entre a cidade e o parque urbano

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente trabalho surge como entendimento da importância dos espaços verdes nas cidades, adquirido através da compreensão de alguns dos seus conceitos e de um estudo mais detalhado do seu aparecimento e influências. O desenvolvimento prático deste estudo ganhou corpo através da criação de um espaço verde público, com o estatuto de parque urbano, no vale do Rio Seco, situado na zona da Ajuda, em Lisboa. O parque é proposto como resposta aos problemas urbanos da área de intervenção, pretendendo estruturar e consolidar esse território desfragmentado e desarticulado do tecido urbano envolvente. Através da renaturalização do vale procurou-se dar continuidade à estrutura ecológica que suporta a cidade e criar um novo corredor verde, que faça a ligação entre o Parque Florestal de Monsanto e a zona ribeirinha. Pretende-se que este percurso tenha um grande potencial de utilização, pela criação de espaços adequados para a prática de desporto ou simplesmente para passear, funcionando assim como local de lazer e de encontro entre a população. Nesse sentido, e partindo de uma análise interpretativa do carácter histórico e morfológico do território, são efetuadas propostas para novas peças arquitetónicas, com o objetivo de definir um limite, entre a cidade e o parque urbano, e de criar uma nova frente-parque qualificada, devidamente articulada com o tecido que ele confina. São, para isso, sugeridas reabilitações e demolições, de alguns dos edificados existentes, uma redefinição dos espaços públicos envolventes e a criação de um equipamento desportivo, social e recreativo. Pretende-se, através da proposta apresentada, reestruturar, consolidar e dinamizar o território, vivificando a área do parque, atraindo cidadãos ao local, para usufruírem dos espaços verdes e equipamentos disponíveis.
Autores principais:Correia, Adriano Carlos Martins Ruivo
Assunto:Estrutura verde Parque urbano Rio Seco Limite Equipamento Green structure Urban park Limit Equipament
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O presente trabalho surge como entendimento da importância dos espaços verdes nas cidades, adquirido através da compreensão de alguns dos seus conceitos e de um estudo mais detalhado do seu aparecimento e influências. O desenvolvimento prático deste estudo ganhou corpo através da criação de um espaço verde público, com o estatuto de parque urbano, no vale do Rio Seco, situado na zona da Ajuda, em Lisboa. O parque é proposto como resposta aos problemas urbanos da área de intervenção, pretendendo estruturar e consolidar esse território desfragmentado e desarticulado do tecido urbano envolvente. Através da renaturalização do vale procurou-se dar continuidade à estrutura ecológica que suporta a cidade e criar um novo corredor verde, que faça a ligação entre o Parque Florestal de Monsanto e a zona ribeirinha. Pretende-se que este percurso tenha um grande potencial de utilização, pela criação de espaços adequados para a prática de desporto ou simplesmente para passear, funcionando assim como local de lazer e de encontro entre a população. Nesse sentido, e partindo de uma análise interpretativa do carácter histórico e morfológico do território, são efetuadas propostas para novas peças arquitetónicas, com o objetivo de definir um limite, entre a cidade e o parque urbano, e de criar uma nova frente-parque qualificada, devidamente articulada com o tecido que ele confina. São, para isso, sugeridas reabilitações e demolições, de alguns dos edificados existentes, uma redefinição dos espaços públicos envolventes e a criação de um equipamento desportivo, social e recreativo. Pretende-se, através da proposta apresentada, reestruturar, consolidar e dinamizar o território, vivificando a área do parque, atraindo cidadãos ao local, para usufruírem dos espaços verdes e equipamentos disponíveis.