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Cobertura do risco de longevidade para a população portuguesa no mercado obrigacionista

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os aumentos na longevidade humana têm-se evidenciado nas últimas décadas e constituem uma das questões chave para a indústria das pensões. Para a cobertura do risco de longevidade, vários produtos têm sido criados nos mercados financeiros, procurando lidar com a situação. Para que a emissão de tais produtos seja uma realidade, muitos modelos estocásticos têm sido desenvolvidos com o objectivo de prever as taxas de mortalidade futuras. Neste trabalho, discutem-se os referidos produtos e simula-se a criação de duas obrigações de sobrevivência, indexadas a um índice de sobrevivência, construído com base nos dados da mortalidade da população portuguesa. A estimação das taxas de mortalidade é feita utilizando um modelo estocástico de dois factores, o modelo de Cairns-Blake-Dowd. Com o índice construído, procura dar-se um contributo para a resolução do problema de cobertura do risco de longevidade que as entidades gestoras enfrentam em Portugal.
Autores principais:Carlos, Rúben Filipe Clarinha Pereira
Assunto:Longevidade Obrigações de sobrevivência Mortalidade Modelos estocásticos de mortalidade Longevity Survivor bonds Mortality Stochastic mortality models
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Os aumentos na longevidade humana têm-se evidenciado nas últimas décadas e constituem uma das questões chave para a indústria das pensões. Para a cobertura do risco de longevidade, vários produtos têm sido criados nos mercados financeiros, procurando lidar com a situação. Para que a emissão de tais produtos seja uma realidade, muitos modelos estocásticos têm sido desenvolvidos com o objectivo de prever as taxas de mortalidade futuras. Neste trabalho, discutem-se os referidos produtos e simula-se a criação de duas obrigações de sobrevivência, indexadas a um índice de sobrevivência, construído com base nos dados da mortalidade da população portuguesa. A estimação das taxas de mortalidade é feita utilizando um modelo estocástico de dois factores, o modelo de Cairns-Blake-Dowd. Com o índice construído, procura dar-se um contributo para a resolução do problema de cobertura do risco de longevidade que as entidades gestoras enfrentam em Portugal.