Publicação
Pequenos frutos com grandes problemas: recomendações para a qualidade da cadeia de abastecimento
| Resumo: | Os pequenos frutos – framboesa, mirtilo, morango, amora e groselha – estão entre os frutos mais perecíveis e de maior valor acrescentado no atual mercado europeu. A adoção de tecnologia pós-colheita otimizada é indispensável para colocar no mercado, nacional e internacional, pequenos frutos sem perdas significativas e em condições de satisfazer o consumidor. Dados empíricos de cadeias de abastecimento nacionais revelam que os danos mecânicos e as infeções latentes ou pós-colheita são as principais causas de perdas de pequenos frutos. As quebras pós-colheita podem ultrapassar facilmente 20% atingindo mesmo 100% ao fim de 5 dias, implicando uma enorme ineficiência no uso dos recursos. Após apresentação da fisiologia pós-colheita dos pequenos frutos indicam-se as principais causas de perdas quantitativas e qualitativas dos pequenos frutos e apresentam-se recomendações para a boa gestão da qualidade na cadeia de abastecimento. Como as características físico-químicas e a avaliação sensorial dos pequenos frutos não melhora após-colheita, a qualidade inicial – determinada pelo genótipo, tecnologia de produção, estado de maturação na data da colheita e adequado manuseamento – determina a satisfação dos consumidores |
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| Autores principais: | Almeida, Domingos P.F. |
| Assunto: | amora framboesa groselha mirtilo morango qualidade |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Os pequenos frutos – framboesa, mirtilo, morango, amora e groselha – estão entre os frutos mais perecíveis e de maior valor acrescentado no atual mercado europeu. A adoção de tecnologia pós-colheita otimizada é indispensável para colocar no mercado, nacional e internacional, pequenos frutos sem perdas significativas e em condições de satisfazer o consumidor. Dados empíricos de cadeias de abastecimento nacionais revelam que os danos mecânicos e as infeções latentes ou pós-colheita são as principais causas de perdas de pequenos frutos. As quebras pós-colheita podem ultrapassar facilmente 20% atingindo mesmo 100% ao fim de 5 dias, implicando uma enorme ineficiência no uso dos recursos. Após apresentação da fisiologia pós-colheita dos pequenos frutos indicam-se as principais causas de perdas quantitativas e qualitativas dos pequenos frutos e apresentam-se recomendações para a boa gestão da qualidade na cadeia de abastecimento. Como as características físico-químicas e a avaliação sensorial dos pequenos frutos não melhora após-colheita, a qualidade inicial – determinada pelo genótipo, tecnologia de produção, estado de maturação na data da colheita e adequado manuseamento – determina a satisfação dos consumidores |
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