Publicação
Política cultural em Portugal : determinantes da despesa pública em cultura
| Resumo: | A presente dissertação explora os determinantes da despesa pública em cultura em Portugal (1986-2016). Da análise de algumas aproximações teóricas da Economia Pública e das Finanças Públicas às Políticas Culturais resultaram hipóteses que dizem respeito às fases de evolução de longo prazo, à influência dos partidos no poder e dos períodos eleitorais e ao impacto das políticas de consolidação orçamental no perfil da despesa pública em cultura. O estudo baseou-se nas despesas em cultura segundo diversas classificações e níveis de governação, o que permite colmatar as limitações quanto à não consolidação e não harmonização dos dados. Construídas as bases de dados, utilizaram-se testes estatísticos para aferir as hipóteses. Os resultados demonstram um perfil evolutivo irregular e volátil, um processo de descentralização das políticas culturais, uma tendência de recuo iniciada há mais de uma década e a influência dos partidos e das eleições no caso dos municípios. |
|---|---|
| Autores principais: | Felizes, Amarílis Vaz |
| Assunto: | Política Cultural Finanças Públicas Despesa Pública em Cultura Austeridade Portugal Cultural Policy Public Finance Public Cultural Expenditure Austerity |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A presente dissertação explora os determinantes da despesa pública em cultura em Portugal (1986-2016). Da análise de algumas aproximações teóricas da Economia Pública e das Finanças Públicas às Políticas Culturais resultaram hipóteses que dizem respeito às fases de evolução de longo prazo, à influência dos partidos no poder e dos períodos eleitorais e ao impacto das políticas de consolidação orçamental no perfil da despesa pública em cultura. O estudo baseou-se nas despesas em cultura segundo diversas classificações e níveis de governação, o que permite colmatar as limitações quanto à não consolidação e não harmonização dos dados. Construídas as bases de dados, utilizaram-se testes estatísticos para aferir as hipóteses. Os resultados demonstram um perfil evolutivo irregular e volátil, um processo de descentralização das políticas culturais, uma tendência de recuo iniciada há mais de uma década e a influência dos partidos e das eleições no caso dos municípios. |
|---|