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Os primeiros bronze do território português: uma primeira abordagem arqueometalúrgica a um conjunto de machados tipo Bujões/Barcelos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As primeiras produções de bronze no Oeste peninsular terão ocorrido durante a 1.ª Idade do Bronze. A metalurgia específica deste período de transição tem contado com poucos estudos arqueometalúrgicos, em particular no que diz respeito ao território português. No presente trabalho efectuaram-se estudos elementares por espectrometria de fluorescência de raios X, dispersiva de energias (FRX)e micro-FRX a um conjunto de machados de tipologias Bujões e Barcelos, provenientes do Centro e Norte de Portugal, atribuídos à 1.ª Idade do Bronze. Os resultados indicam que foram fabricados numa liga binária de cobre e estanho, com ocasionais impurezas de arsénio, chumbo e antimónio. Os teores de estanho, na maioria dos casos, encontram-se entre os 8 e 11%, sendo semelhantes aos teores adoptados no fabrico de objectos de bronze de diversas tipologias numa fase mais tardia, durante o Bronze Final.
Autores principais:Figueiredo, Elin
Outros Autores:Lopes, Filipa; Araújo, Maria de Fátima; Rui, J. C. Silva; Senna-Martinez, João Carlos; Luís, Elsa
Assunto:Arqueologia Idade do Bronze Metalurgia Machados Bujões/Barcelos
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:As primeiras produções de bronze no Oeste peninsular terão ocorrido durante a 1.ª Idade do Bronze. A metalurgia específica deste período de transição tem contado com poucos estudos arqueometalúrgicos, em particular no que diz respeito ao território português. No presente trabalho efectuaram-se estudos elementares por espectrometria de fluorescência de raios X, dispersiva de energias (FRX)e micro-FRX a um conjunto de machados de tipologias Bujões e Barcelos, provenientes do Centro e Norte de Portugal, atribuídos à 1.ª Idade do Bronze. Os resultados indicam que foram fabricados numa liga binária de cobre e estanho, com ocasionais impurezas de arsénio, chumbo e antimónio. Os teores de estanho, na maioria dos casos, encontram-se entre os 8 e 11%, sendo semelhantes aos teores adoptados no fabrico de objectos de bronze de diversas tipologias numa fase mais tardia, durante o Bronze Final.