Publicação
Sindicatos e imigração em Portugal
| Resumo: | Os modos de inserção dos imigrantes estrangeiros no mercado de trabalho, em Portugal, são hoje bem conhecidos. Apesar da natureza incompleta das fontes estatísticas disponíveis, a análise comparada de várias fontes e diversas pesquisas têm conseguido estabelecer as principais características da inserção económica e os maiores problemas sentidos pelos imigrantes. Quanto aos modos de inserção socioprofissional, os estrangeiros activos são sobretudo trabalhadores por conta de outrem; concentram-se nos grupos profissionais não qualificados de todos os sectores e medianamente qualificados da indústria e serviços; em média, detêm níveis de habilitação escolar semelhantes aos nacionais; encontram-se frequentemente sobrequalificados para as tarefas que desempenham; empregam-se sobretudo na construção, serviços às empresas, hotelaria e restauração; recebem geralmente salários inferiores à média nacional (mesmo para níveis iguais de qualificação); têm um vínculo contratual frequentemente temporário e precário; inserem-se muitas vezes na economia informal; estão sobre-representados no desemprego e nos níveis de sinistralidade laboral. |
|---|---|
| Autores principais: | Kolarova, Marina |
| Outros Autores: | Peixoto, João |
| Assunto: | Imigrantes estrangeiros Mercado de trabalho Trabalhadores não qualificados Precariedade do emprego Baixo rendimento Bem-estar Portugal |
| Ano: | 2009 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Os modos de inserção dos imigrantes estrangeiros no mercado de trabalho, em Portugal, são hoje bem conhecidos. Apesar da natureza incompleta das fontes estatísticas disponíveis, a análise comparada de várias fontes e diversas pesquisas têm conseguido estabelecer as principais características da inserção económica e os maiores problemas sentidos pelos imigrantes. Quanto aos modos de inserção socioprofissional, os estrangeiros activos são sobretudo trabalhadores por conta de outrem; concentram-se nos grupos profissionais não qualificados de todos os sectores e medianamente qualificados da indústria e serviços; em média, detêm níveis de habilitação escolar semelhantes aos nacionais; encontram-se frequentemente sobrequalificados para as tarefas que desempenham; empregam-se sobretudo na construção, serviços às empresas, hotelaria e restauração; recebem geralmente salários inferiores à média nacional (mesmo para níveis iguais de qualificação); têm um vínculo contratual frequentemente temporário e precário; inserem-se muitas vezes na economia informal; estão sobre-representados no desemprego e nos níveis de sinistralidade laboral. |
|---|