Publicação
Ânforas lusitanas da Alcáçova de Santarém
| Resumo: | Na Alcáçova de Santarém, é o período tardo republicano e alto imperial que melhor está documentado no registo arqueológico. Os estudos já realizados sob diferentes tipos cerâmicos de época romana (sigillata, paredes finas, ânforas, cerâmica comum. etc.) são evidente testemunho deste facto, não sendo portanto de estranhar a reduzida dimensão da amostra de ânforas lusitanas. No entanto, alguns exemplares foram recolhidos, concretamente os que podem integrar-se nas formas Almagro 50 e 51 e Dressel 14. É este o conjunto objecto de análise neste trabalho, apresentado-se os dados referentes aos contextos de recolha, bem como as características que permitem integrar alguns dos nossos exemplares em centros de produção específicos. |
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| Autores principais: | Arruda, Ana Margarida |
| Outros Autores: | Viegas, Catarina; Bargão, Patrícia |
| Ano: | 2006 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Na Alcáçova de Santarém, é o período tardo republicano e alto imperial que melhor está documentado no registo arqueológico. Os estudos já realizados sob diferentes tipos cerâmicos de época romana (sigillata, paredes finas, ânforas, cerâmica comum. etc.) são evidente testemunho deste facto, não sendo portanto de estranhar a reduzida dimensão da amostra de ânforas lusitanas. No entanto, alguns exemplares foram recolhidos, concretamente os que podem integrar-se nas formas Almagro 50 e 51 e Dressel 14. É este o conjunto objecto de análise neste trabalho, apresentado-se os dados referentes aos contextos de recolha, bem como as características que permitem integrar alguns dos nossos exemplares em centros de produção específicos. |
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