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A obra no gerúndio

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente texto parte do estudo das questões introduzidas pela arte processual dos anos 60/70, do século XX, com o intuito de verificar uma performatividade visual que activa um tempo gerúndio contido na obra. A partir dos conceitos de duração, intuição, imagem e criação de Henri Bergson, articulados com a prática de artistas como Richard Tuttle, Bruce Nauman, Barry Le Va, Joan Jonas, Robert Morris, Karlheinz Stockhausen, John Cage, Max Neuhaus, entre outros, procura-se contextualizar um pensamento crítico que sustenha e estruture o nosso projecto artístico pessoal. Deste modo tentando responder à seguinte questão: A natureza da obra processual reconfigura a sua experiência num tempo gerúndio?
Autores principais:Rocha, Miguel Ângelo, 1964-
Assunto:Teses de doutoramento - 2014 Processo criativo Processos cognitivos Futurismo Gerúndio Artes performativas Bergson, Henri, 1859-1941 Morris, Robert, 1910- Stockhausen, Karlheinz Cage, John, 1912-1992 Neuhaus, Max
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:tese de doutoramento
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O presente texto parte do estudo das questões introduzidas pela arte processual dos anos 60/70, do século XX, com o intuito de verificar uma performatividade visual que activa um tempo gerúndio contido na obra. A partir dos conceitos de duração, intuição, imagem e criação de Henri Bergson, articulados com a prática de artistas como Richard Tuttle, Bruce Nauman, Barry Le Va, Joan Jonas, Robert Morris, Karlheinz Stockhausen, John Cage, Max Neuhaus, entre outros, procura-se contextualizar um pensamento crítico que sustenha e estruture o nosso projecto artístico pessoal. Deste modo tentando responder à seguinte questão: A natureza da obra processual reconfigura a sua experiência num tempo gerúndio?