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Mortalidade e invalidez numa carteira do ramo vida : modelos teóricos e uma aplicação
| Resumo: | No atual contexto empresarial, cada vez mais exigente e competitivo, torna-se fundamental para qualquer empresa, no caso em concreto uma seguradora, que a estimação das suas responsabilidades futuras seja o mais realista possível. Só assim é garantida uma gestão de recursos eficiente, sem comprometer a sustentabilidade. Quando se trata de uma seguradora do ramo Vida, o grande desafio consiste em modelar os riscos biométricos subjacentes à carteira exposta (mortalidade/longevidade e invalidez) e projetá-los no longo prazo. É com relativa facilidade que se encontra na literatura modelos teóricos que pretendem modelar e projetar a mortalidade e a invalidez. No entanto, estes modelos pressupõem a existência de um amplo registo de observações, o que para muitas seguradoras nem sempre é possível. No presente trabalho são propostos dois objetivos: por um lado, fazer o levantamento dos modelos teóricos mais comuns na modelação dos riscos biométricos; por outro (e embora, segundo Kurt Lewin, there is nothing more practical than a good theory), ilustrar como na prática atuarial se implementa frequentemente a metodologia possível ao estudo da mortalidade/longevidade e invalidez de uma carteira real de dimensão relativamente pequena. |
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| Autores principais: | Nicolau, Filipa Alexandra Dias |
| Assunto: | Ramo Vida Mortalidade Invalidez Life Insurance Mortality Disability |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | No atual contexto empresarial, cada vez mais exigente e competitivo, torna-se fundamental para qualquer empresa, no caso em concreto uma seguradora, que a estimação das suas responsabilidades futuras seja o mais realista possível. Só assim é garantida uma gestão de recursos eficiente, sem comprometer a sustentabilidade. Quando se trata de uma seguradora do ramo Vida, o grande desafio consiste em modelar os riscos biométricos subjacentes à carteira exposta (mortalidade/longevidade e invalidez) e projetá-los no longo prazo. É com relativa facilidade que se encontra na literatura modelos teóricos que pretendem modelar e projetar a mortalidade e a invalidez. No entanto, estes modelos pressupõem a existência de um amplo registo de observações, o que para muitas seguradoras nem sempre é possível. No presente trabalho são propostos dois objetivos: por um lado, fazer o levantamento dos modelos teóricos mais comuns na modelação dos riscos biométricos; por outro (e embora, segundo Kurt Lewin, there is nothing more practical than a good theory), ilustrar como na prática atuarial se implementa frequentemente a metodologia possível ao estudo da mortalidade/longevidade e invalidez de uma carteira real de dimensão relativamente pequena. |
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