Publicação
Património ferroviário do Douro
| Resumo: | Em Portugal, cada vez mais se tem levantado questões de salvaguarda e conservação do Património construído. Num cenário actual de abandono e degradação, assistimos a perdas essenciais de elementos da nossa história. Assim acontece com o Património Ferroviário que se encontra desactivado. O seu abandono perceptível não esconde a estagnação que as regiões adjacentes tiveram como consequência. O caso da linha férrea do Douro, em parte desactivada, é um desses exemplos. Sem esta estrada de ferro, o Douro não seria o que é hoje, sendo a grande alavanca para o progresso desta região pobre, mas produtora de grandes riquezas. Nas suas origens, há mais de 150 anos, o comboio rasgou a Paisagem duriense e deixou marcas identitárias do trabalho árduo do Homem. No entanto, nos dias que correm, o seu traçado desactivado tem caído no esquecimento, sendo ignorada esta mais valia territorial que outrora conferia à linha do Douro um carácter internacional. Nesta investigação, pretende-se estudar o impacto da reactivação do troço abandonado entre Côa e Barca d’Alva. A proposta teve em consideração a fragmentação do território ao longo do traçado, elaborando uma estratégia para Barca d’Alva, a última estação ferroviária em terras portuguesas. A proposta de desenvolvimento redesenha este lugar, trazendo novos usos e vivências. Pretende responder às necessidades dos seus moradores e atrair novos públicos, apoiados pelo turismo rural cada vez mais presente no território duriense. |
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| Autores principais: | Macedo, Marta Sofia Simões Costa Marques |
| Assunto: | Intervenção no património Património ferroviário do Douro Paisagem duriense Turismo rural Heritage intervention Douro’s railway heritage Douro’s landscape Rural tourism |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Em Portugal, cada vez mais se tem levantado questões de salvaguarda e conservação do Património construído. Num cenário actual de abandono e degradação, assistimos a perdas essenciais de elementos da nossa história. Assim acontece com o Património Ferroviário que se encontra desactivado. O seu abandono perceptível não esconde a estagnação que as regiões adjacentes tiveram como consequência. O caso da linha férrea do Douro, em parte desactivada, é um desses exemplos. Sem esta estrada de ferro, o Douro não seria o que é hoje, sendo a grande alavanca para o progresso desta região pobre, mas produtora de grandes riquezas. Nas suas origens, há mais de 150 anos, o comboio rasgou a Paisagem duriense e deixou marcas identitárias do trabalho árduo do Homem. No entanto, nos dias que correm, o seu traçado desactivado tem caído no esquecimento, sendo ignorada esta mais valia territorial que outrora conferia à linha do Douro um carácter internacional. Nesta investigação, pretende-se estudar o impacto da reactivação do troço abandonado entre Côa e Barca d’Alva. A proposta teve em consideração a fragmentação do território ao longo do traçado, elaborando uma estratégia para Barca d’Alva, a última estação ferroviária em terras portuguesas. A proposta de desenvolvimento redesenha este lugar, trazendo novos usos e vivências. Pretende responder às necessidades dos seus moradores e atrair novos públicos, apoiados pelo turismo rural cada vez mais presente no território duriense. |
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