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Tempos modernos, tempos mutantes: Produção de subjetividade na reestruturação do trabalho bancário

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A partir de uma pesquisa desenvolvida em contexto de reestruturação do trabalho bancário, este artigo apresenta e discute dois paradigmas: tempos modernos e tempos mutantes. O primeiro tem a ver com as engrenagens e as linhas de montagem que docilizam os corpos e marcam o eterno retorno do mesmo. O segundo tem a ver com a invisibilização dos lugares, a antecipação do tempo, e o apontar para a irreversibilidade de um processo de transformação que carrega o contínuo vir a ser de uma subjetividade que corresponde às exigências do poder. Como conclusão, poder-se-ia dizer que ambos os paradigmas, apesar de suas diferenças, se orientam mais para aprisionar o sujeito do que para emancipá-lo. Este artigo encontra-se dividido em três itens que contêm os seguintes assuntos: o primeiro item dá uma idéia da construção da problemática que inter-relaciona trabalho, tempo e subjetividade. O segundo item apresenta, rapidamente, os procedimentos metodológicos referentes à pesquisa que foi desenvolvida em contexto de reestruturação do trabalho bancário. O terceiro item remete a algumas considerações provenientes dos achados desta pesquisa, consideradas centrais à compreensão da problemática proposta.
Autores principais:Grisci, Carmem Ligia Iochins
Assunto:Setor bancário Mudança organizacional Nova tecnologia Competitividade Globalização
Ano:2002
País:Portugal
Tipo de documento:working paper
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A partir de uma pesquisa desenvolvida em contexto de reestruturação do trabalho bancário, este artigo apresenta e discute dois paradigmas: tempos modernos e tempos mutantes. O primeiro tem a ver com as engrenagens e as linhas de montagem que docilizam os corpos e marcam o eterno retorno do mesmo. O segundo tem a ver com a invisibilização dos lugares, a antecipação do tempo, e o apontar para a irreversibilidade de um processo de transformação que carrega o contínuo vir a ser de uma subjetividade que corresponde às exigências do poder. Como conclusão, poder-se-ia dizer que ambos os paradigmas, apesar de suas diferenças, se orientam mais para aprisionar o sujeito do que para emancipá-lo. Este artigo encontra-se dividido em três itens que contêm os seguintes assuntos: o primeiro item dá uma idéia da construção da problemática que inter-relaciona trabalho, tempo e subjetividade. O segundo item apresenta, rapidamente, os procedimentos metodológicos referentes à pesquisa que foi desenvolvida em contexto de reestruturação do trabalho bancário. O terceiro item remete a algumas considerações provenientes dos achados desta pesquisa, consideradas centrais à compreensão da problemática proposta.