Publicação
Micelas poliméricas no transporte de fármacos em oncologia : estado de arte e perspectivas futuras
| Resumo: | A aplicação da nanotecnologia à medicina permitiu o desenvolvimento de sistemas inovadores transportadores de substâncias activas à escala nanométrica. O cancro caracteriza-se como uma doença com elevada incidência e o seu índice de mortalidade continua a ser avassalador. As modalidades terapêuticas convencionais têm em comum a falta de selectividade e o surgimento de efeitos secundários devido à elevada toxicidade para as células saudáveis. A nanomedicina surgiu como possibilidade de se tornar uma alternativa terapêutica, demonstrando potencial para minimizar os efeitos adversos e aumentar a sobrevida e qualidade de vida do doente. As micelas poliméricas são utilizadas como sistemas de transporte de fármacos, tendo recebido crescente atenção científica nos últimos anos pelo transporte de fármacos anti- tumorais insolúveis, à marcação selectiva do tumor por vectorização activa, transporte de agentes de contraste, entre outros. Existem actualmente vários ensaios clínicos a decorrer, os quais são descritos neste trabalho, analisando-se as diferentes formulações, citotoxicidade in vitro e in vivo, estudos farmacocinéticos, eficácia e segurança. Apesar de ainda não terem sido aprovadas para o uso clínico, com excepção da formulação Genexol®-PM na Coreia do Sul, as micelas poliméricas representam uma alternativa e abriram horizontes a novos rumos e novas ideias de investigação na terapia oncológica. |
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| Autores principais: | Serras, Ana Filipa Duque |
| Assunto: | Cancro Mestrado Integrado - 2015 Micelas poliméricas Nanotecnologia Sistemas de transporte de fármacos (DDS) |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A aplicação da nanotecnologia à medicina permitiu o desenvolvimento de sistemas inovadores transportadores de substâncias activas à escala nanométrica. O cancro caracteriza-se como uma doença com elevada incidência e o seu índice de mortalidade continua a ser avassalador. As modalidades terapêuticas convencionais têm em comum a falta de selectividade e o surgimento de efeitos secundários devido à elevada toxicidade para as células saudáveis. A nanomedicina surgiu como possibilidade de se tornar uma alternativa terapêutica, demonstrando potencial para minimizar os efeitos adversos e aumentar a sobrevida e qualidade de vida do doente. As micelas poliméricas são utilizadas como sistemas de transporte de fármacos, tendo recebido crescente atenção científica nos últimos anos pelo transporte de fármacos anti- tumorais insolúveis, à marcação selectiva do tumor por vectorização activa, transporte de agentes de contraste, entre outros. Existem actualmente vários ensaios clínicos a decorrer, os quais são descritos neste trabalho, analisando-se as diferentes formulações, citotoxicidade in vitro e in vivo, estudos farmacocinéticos, eficácia e segurança. Apesar de ainda não terem sido aprovadas para o uso clínico, com excepção da formulação Genexol®-PM na Coreia do Sul, as micelas poliméricas representam uma alternativa e abriram horizontes a novos rumos e novas ideias de investigação na terapia oncológica. |
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