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O caminho das vivências urbanas

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Resumo:A Colina do Castelo, em Lisboa, é um lugar de grande afluência, o que gera uma grande pressão sobre os espaços públicos e acessibilidades, numa cidade de tempos anteriores que, permanentemente, se tenta regenerar e adaptar. A par desta realidade, tem-se verificado uma crescente procura por ocupação temporária e uma desvalorização da população residente, provocando um défice de raízes ao lugar e às pessoas do lugar, fundamentais na caracterização e preservação da identidade, memória e cultura de um lugar e de um povo. Pretende-se melhorar a acessibilidade na Colina, caracterizada pelas suas difíceis ruas, a sua topografia acentuada e por um aparente tecido “labiríntico”. Em simultâneo, procura-se criar espaços que valorizem os moradores dos bairros antigos, num compromisso entre eles e os visitantes, de modo a que se gerem lugares de referência para as vivências urbanas. Assim, procura-se permeabilizar o tecido histórico, estabelecendo um percurso que atravessa os três principais bairros da Colina do Castelo, o Bairro do Castelo, o de Alfama e o da Mouraria, onde são propostos espaços coletivos que funcionam como continuidade da rua, lugares que pretendem potenciar um conjunto de atividades por forma a promover relações interpessoais, e simultaneamente resolvem barreiras impostas ao percurso desenhado.
Autores principais:Filipe, Tomás de Azevedo Rodrigues Duarte
Assunto:Vivências urbanas Bairro e comunidade Percurso Permeabilidade Equipamento coletivo Urban experiences Neighbourhood and community Route Permeability Collective equipment
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A Colina do Castelo, em Lisboa, é um lugar de grande afluência, o que gera uma grande pressão sobre os espaços públicos e acessibilidades, numa cidade de tempos anteriores que, permanentemente, se tenta regenerar e adaptar. A par desta realidade, tem-se verificado uma crescente procura por ocupação temporária e uma desvalorização da população residente, provocando um défice de raízes ao lugar e às pessoas do lugar, fundamentais na caracterização e preservação da identidade, memória e cultura de um lugar e de um povo. Pretende-se melhorar a acessibilidade na Colina, caracterizada pelas suas difíceis ruas, a sua topografia acentuada e por um aparente tecido “labiríntico”. Em simultâneo, procura-se criar espaços que valorizem os moradores dos bairros antigos, num compromisso entre eles e os visitantes, de modo a que se gerem lugares de referência para as vivências urbanas. Assim, procura-se permeabilizar o tecido histórico, estabelecendo um percurso que atravessa os três principais bairros da Colina do Castelo, o Bairro do Castelo, o de Alfama e o da Mouraria, onde são propostos espaços coletivos que funcionam como continuidade da rua, lugares que pretendem potenciar um conjunto de atividades por forma a promover relações interpessoais, e simultaneamente resolvem barreiras impostas ao percurso desenhado.